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	<title>Agrocapixaba.com.br</title>
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	<description>O Portal da Agricultura Capixaba</description>
	<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:10:41 +0000</pubDate>
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		<title>Dengue</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

		<category><![CDATA[alerta]]></category>

		<category><![CDATA[Dengue]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília
Cerca de 80% dos brasileiros vivem em Estados onde há risco alto ou muito alto de epidemia de dengue. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, das 27 unidades federadas, 19 apresentam essa classificação. Cinco Estados e Distrito Federal têm risco moderado da doença. &#8220;É preciso redobrar a prevenção&#8221;, disse o ministro José Gomes Temporão.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília</p>
<p></strong>Cerca de 80% dos brasileiros vivem em Estados onde há risco alto ou muito alto de epidemia de dengue. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, das 27 unidades federadas, 19 apresentam essa classificação. Cinco Estados e Distrito Federal têm risco moderado da doença. &#8220;É preciso redobrar a prevenção&#8221;, disse o ministro José Gomes Temporão.  O Espírito Santo está entre os nove Estados que apresentam risco alto.</p>
<p>Os dados fazem parte de novo indicador da pasta para avaliar o risco para a doença. Em vez de analisar o índice de infestação do mosquito transmissor, o ministério passa a considerar também critérios populacionais, circulação do vírus predominante, incidência de casos em anos anteriores e cobertura de abastecimento regular de água. &#8220;O indicador será divulgado nesta época do ano, o que dá mais tempo para autoridades locais reforçarem ações de prevenção&#8221;, observou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Gerson Penna.</p>
<p><strong>Vacina na Ufes</strong><br />
O ministro contou que testes em voluntários para uma vacina desenvolvida em parceria com o governo começaram a ser feitos há duas semanas, na Universidade Federal do Espírito Santo. &#8220;Sendo otimista, em alguns anos teremos proteção.&#8221; Diante dos números de risco, o ministério recomendou o aumento de municípios indicados para fazer o Levantamento Rápido de Infestação de Aedes aegypti (Liraa), que indica quais áreas têm maior número de criadouros. A meta é fazer o teste em 354 cidades, mais do que o dobro do realizado em 2009: 169. (Agência Estado)</p>
<p>Fonte: Agazeta On Line                                                                                                   Douglas Daniel</p>
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		<title>O cacau irrigado no Extremo Sul baiano já é garantia de produtividade</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças na forma de cultivo e investimentos nas lavouras de cacau têm sido as soluções encontradas pelos agricultores para melhoria na produtividade. Uma novidade que tem atraído os produtores da Bahia é a implantação da irrigação nas lavouras de cacau. O sistema melhora a capacidade de produção do fruto e agrega valor a plantação.
No extremo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=384" rel="attachment wp-att-384"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=383"><img class="alignnone size-medium wp-image-384" title="cacau_irrigado" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cacau_irrigado-175x116.jpg" alt="" width="175" height="116" /></a></a>Mudanças na forma de cultivo e investimentos nas lavouras de cacau têm sido as soluções encontradas pelos agricultores para melhoria na produtividade. Uma novidade que tem atraído os produtores da Bahia é a implantação da irrigação nas lavouras de cacau. O sistema melhora a capacidade de produção do fruto e agrega valor a plantação.</p>
<p>No extremo sul do estado o uso da irrigação nas plantações, segue o modelo do estado do Espírito Santo, mas ainda não dispõe de mão-de-obra qualificada para manutenção do equipamento como afirma o especialista em irrigação, Palmerino Dalmonech: &#8220;O sistema muda totalmente a maneira de trabalhar. Alguém que conheça esse trabalho é um problema que encontro aqui na região, ás vezes é preciso trazer alguém treinado de outro estado&#8221;.</p>
<p>Com o sistema de irrigação, além do controle da umidade do solo é possível inserir o adubo direto na água, prática que é conhecida como fertirrigação. E ajuda no controle e aumento da produtividade da colheita.</p>
<p>O custo com a implantação do sistema de irrigação ainda é alto, e necessita de uma boa reserva de água. Mas, os gastos são compensados por causa da mudança na prática do manejo e na qualidade dos frutos. A prática é totalmente favorável ao produtor: &#8220;Quem vê, acredita, faz e só tem o que ganhar&#8221;, conclui Dalmochi em reportagem para a TV Mercado.</p>
<p>Irrigação é uma técnica que controla o fornecimento de água para as plantas: é dispensada a quantidade suficiente de água no momento certo, assegurando a produtividade e a sobrevivência da plantação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Fonte: Mercado do Cacau</span></span></span></p>
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		<title>Agronegócio. Cafezal dá lugar ao cultivo da framboesa.</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 18:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Banana]]></category>

		<category><![CDATA[Café]]></category>

		<category><![CDATA[Café e fruta exótica.]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para quem tem a oportunidade de visitar a plantação de framboesa, em Santa Maria de Jetibá, que tem 8 mil pés, fica até difícil de acreditar que tudo isso começou há um ano e com apenas cinco pequeninas plantas. O que, no início, poderia parecer uma experiência sem entusiasmo contagiou todos os integrantes da família. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></p>
<p></em>Para quem tem a oportunidade de visitar a plantação de framboesa, em Santa Maria de Jetibá, que tem 8 mil pés, fica até difícil de acreditar que tudo isso começou há um ano e com apenas cinco pequeninas plantas. O que, no início, poderia parecer uma experiência sem entusiasmo contagiou todos os integrantes da família. Hoje, eles estão priorizando o plantio da fruta exótica e substituindo parte das lavouras de café pela framboesa e por outras frutas.</p>
<p>Colher diariamente as frutinhas de framboesa, produzir geleia, vinho e suco, vender os produtos e a própria fruta congelada ou in natura são rotinas que já fazem parte da vida da produtora rural Silvana Pinheiro, de seu pai, Sebastião, e de sua mãe, Marly. Hoje toda a família se rendeu à “maluquice” da caçula Silvana, 27 anos.</p>
<p>Ela ri ao lembrar que foi chamada de maluca quando chegou em casa com as cinco mudinhas de framboesa, que foram distribuídas pelo secretário municipal de Agropecuária, Wanderley Stuhr, aos participantes de uma reunião coordenada por ele. Quando ela entregou as mudas ao pai, informando tratar-se de uma novidade, ele, ao constatar a presença de espinhos nas pequenas mudas retrucou: “Que presente de grego você me trouxe”.</p>
<p>Apesar da desconfiança de todos em casa, Silvana decidiu plantar as mudas e delas cuidar. As plantinhas foram crescendo, e logo surgiram as primeiras frutinhas. “Quando vi aquelas frutas, pensei: se é novidade, isso terá mercado”, conta a produtora. Segundo Marly, ela “é diferente dos outros filhos por estar sempre em busca de coisas novas e de gostar de algo diferente”.</p>
<p><strong>Produção </strong><br />
Com os frutos colhidos diariamente, Silvana e Marly começaram a produzir geleia, sucos e vinhos. O sabor dos produtos conquistou todos da casa, a vizinhança e também o mercado. O pai de Silvana deixou, antes desconfiado, foi conquistado pelo sabor da frutinha diferente e hoje nem quer mais saber de plantar café e gengibre. É ele quem cuida da produção de novas mudas e da poda das plantas, garantindo produção o ano inteiro.</p>
<p>Sebastião está tão encantado com a fruticultura que, além de framboesa, já está cultivando amora preta (mil pés) e maçã (200 pés). Está fazendo experiência com o mirtilo, que é uma planta muito exigente com temperatura e solo. A amora preta já está em fase de produção, e os pés de maçã terão os primeiros frutos ainda neste ano.</p>
<p>A grande vantagem da framboesa, explica Silvana, é que não exige solo de alta qualidade. O que a planta precisa é de temperatura baixa e umidade permanente. Isso significa que é preciso irrigação diária em períodos sem chuva. Outra vantagem é a facilidade de ampliar a área plantada com as mudas que se formam junto à planta, logo após a poda dos galhos mais velhos.</p>
<p><strong>Produtos logo estarão na Grande Vitória </strong><br />
Na propriedade da família Pinheiro, em Alto Triunfo, no município de Santa Maria de Jetibá, a produção de framboesa é a realização do sonho de Silvana. Na propriedade, que está em processo de certificação pela Chão Vivo, a produção é orgânica. Ela está tão entusiasmada com a experiência que faz questão de mandar um recado para os jovens rurais. “Queria que os jovens que estão na roça não fossem para a cidade. Na área rural tem tanta diversidade, há tanta oportunidade, há tanta qualidade de vida que não é preciso sair. Precisa apenas ter objetivo e trabalhar para alcançar esse objetivo”, avisa. Ela conta que tentou morar na cidade por algum tempo, mas não conseguiu se adaptar. Os 8 mil pés de framboesa, que estão em produção, proporcionam a colheita diária de 40 quilos de fruta. Parte da produção é vendida in natura, para atender aos pedidos. Parte é congelada, e a outra parcela é direcionada para a produção de suco, geleia e vinho. Os produtos são vendidos no próprio município e também na região da Grande Vitória. Fora de Santa Maria de Jetibá, por enquanto as vendas são feitas por sistema de encomendas. Até o final do ano, quando o volume de produção for maior, Silvana pretende disponibilizar os produtos em pontos de venda na Grande Vitória.</p>
<p>Fonte: Agazeta On Line / Texto:<em>Rita Bridi</em></p>
<p><em></em><strong></strong>                                                                                                                                               Douglas Daniel .</p>
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		<title>Campo Familiar.</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>

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		<title>Morango capixaba está livre de tóxicos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 22:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Orgânica]]></category>

		<category><![CDATA[Idaf e Incaper]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das maiores delícias do inverno capixaba está livre de agrotóxicos, garante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O morango produzido no Estado, que até pouco ficava sob suspeita de conter produtos químicos, está absolvido, como comprova um levantamento do órgão, feito com cerca de 140 amostras, no ano passado.
Espírito Santo, Distrito Federal e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores delícias do inverno capixaba está livre de agrotóxicos, garante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O morango produzido no Estado, que até pouco ficava sob suspeita de conter produtos químicos, está absolvido, como comprova um levantamento do órgão, feito com cerca de 140 amostras, no ano passado.</p>
<p>Espírito Santo, Distrito Federal e Sergipe são os únicos estados do país a conseguir a proeza. Nos demais, a média de amostras com resíduos de agrotóxicos e/ou ingredientes ativos não autorizados para a cultura, chega a 50,8% no caso do morango.</p>
<p>O pesquisador do <em><strong>Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper), José Aires Ventura</strong></em>, comemora o resultado. “Esse é o reflexo do trabalho de educação e fiscalização que vem sendo feito pela Secretaria Estadual de Agricultura nos últimos anos”, ressalta.</p>
<p>Segundo Aires, o agrotóxico vem sendo substituído pelo sistema de produção integrada, que utiliza diversas técnicas para controlar pragas e garantir a qualidade do produto sem a necessidade de aditivos químicos, que podem causar até câncer.</p>
<p><strong>Garantia </strong><br />
Portanto, se você passar pelas Montanhas capixabas, fique tranquilo na hora de comprar sua caixa de morango, especialidade da região. Na estrada ou no supermercado, a dica é conferir se a caixa contém o selo “Morango das Montanhas”, com nome e município do produtor.</p>
<p>“Esse selo garante ao consumidor que a lavoura está sendo acompanhada pelos técnicos do Incaper e fiscalizada pelo<strong><em> Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf)”</em></strong>, ressalta o pesquisador.</p>
<p><strong>Aires </strong>destaca que a mesma técnica de produção integrada está sendo ampliada para outras culturas, mas os dados de alguns itens no Estado preocupam. Abacaxi, alface, mamão, pepino, pimentão e uva são as que mais têm agrotóxico. Já batata, beterraba, cebola, feijão, laranja e maçã, produzidas no Espírito Santo também um bom grau de satisfação na análise da Anvisa.</p>
<p><strong>80% dos pimentões no Brasil estão insatisfatórios </strong><br />
No Brasil, a quantidade de agrotóxicos em legumes, verduras e frutas é preocupante. Ao todo, das 3.130 amostras coletadas pela Anvisa, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e/ou ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura.</p>
<p>Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; a uva, com 56,4%; e pepino, com 54,8%, foram as culturas consideradas mais problemáticas. O melhor resultado foi o da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.</p>
<p>Para o pesquisador do Incaper, <strong><em>José Aires Ventura</em></strong>, apenas o excesso de agrotóxicos é prejudicial e não o uso de substâncias irregulares. “Há casos de culturas pequenas, para as quais não há um agrotóxico específico e por isso os produtores usam substâncias usadas em lavouras similares, como o tomate e o pimentão. Se essa irregularidade for descartada - e há uma consulta em andamento para tornar a prática legal - o nível de contaminação vai cair bastante”, pondera</p>
<p><strong>Feira saudável </strong><br />
Dê preferência a alimentos orgânicos, principalmente as verduras, que costumam ter taxas mais altas de contaminação</p>
<p>Mas observe se o produto tem algum tipo de certificação, que garanta que o alimento foi produzido sem agrotóxicos</p>
<p>No supermercado, verifique se os orgânicos longe dos comuns. Se misturados, eles podem ser contaminados</p>
<p>Na feira, esse alimentos orgânicos costumam ser mais baratos do que no supermercado. Pesquise</p>
<p>Higienizar os alimentos pode ajudar a diminuir a concentração dos produtos químicos, mas não é capaz de limpá-los totalmente, pois parte do produto é absorvida pela polpa durante o crescimento</p>
<p>O ideal é lavar todas as frutas e legumes com água limpa e corrente, depois deixar de molho em água com vinagre ou pastilhas de cloro durante no mínimo 20 minutos, e depois lavá-los novamente em água corrente</p>
<p>Vale também deixar os alimentos de molho em uma solução feita com uma colher de sobremesa de água sanitária para cada litro de água. Mas não se esqueça de lavar bem depois</p>
<p>Alimentos com casca grossa, podem ser lavados com escovinha e detergente neutro</p>
<p>Fique atento também na hora de escolher legumes, verduras e frutas. Dê preferência aos produtos da época e típicos da sua região, que precisam de menos químicos para crescer</p>
<p>Quanto mais perfeito o legume, mais agrotóxico ele recebeu. Pequenos furos e bichinhos significam saúde!</p>
<p>Tenha ainda mais cuidado com alimentos que são consumidos com casca ou que têm a casca muito fina como tomate, pimentão e folhas.</p>
<p>Fonte: Agazeta On Line/ Texto: <em>Elaine Vieira<br />
</em>          <a href="mailto:evieira@redegazeta.com.br">evieira@redegazeta.com.br</a></p>
<p>                                                                                                                                        <em>Douglas Daniel.</em></p>
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		<item>
		<title>Técnicos Agrícolas terão desconto na anuidade 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 01:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

		<category><![CDATA[Decisão Judicial n° 2004.50.01.003025-7]]></category>

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		<description><![CDATA[
A partir deste ano os Técnicos Agrícolas filiados ao Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Espírito Santo (Sintaes) pagarão um valor reduzido em suas anuidades.
A medida adotada pelo Crea-ES visa cumprir a decisão judicial n° 2004.50.01.003025-7, que determina a cobrança da anuidade com desconto para os Técnicos Agrícolas filiados ao Sintaes, a partir do exercício 2010.
Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="#927a50;"><br />
</span></strong><span style="9pt;">A partir deste ano os Técnicos Agrícolas filiados ao Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Espírito Santo (Sintaes) pagarão um valor reduzido em suas anuidades.</p>
<p>A medida adotada pelo Crea-ES visa cumprir a decisão judicial n° 2004.50.01.003025-7, que determina a cobrança da anuidade com desconto para os Técnicos Agrícolas filiados ao Sintaes, a partir do exercício 2010.</p>
<p>Os Técnicos Agrícolas que ainda não pagaram a anuidade deste ano terão três formas simples de quitá-la:</p>
<ol>
<li>Site do Crea-ES: o usuário poderá imprimir boleto por meio da Agência Virtual.</li>
<li>Agências do Crea: o boleto poderá ser retirado em qualquer uma das agências do Conselho, localizadas nas regiões de Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Colatina, São Mateus, Guarapari, Vila Velha e Vitória.</li>
<li>Recebimento pelos correios: todos os Técnicos Agrícolas receberão via correios, em sua residência, o boleto da anuidade para pagamento.</li>
</ol>
<p>Os procedimentos adotados pelo Crea-ES visam atender as obrigações institucionais do Conselho e valorizar os profissionais da área tecnológica.</p>
<p><em><strong>Fonte: Equipe de Comunicação do Crea-ES.</strong></em></p>
<p><strong><em>                                                                                                      Douglas Daniel</em></strong></p>
<p></span></p>
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		<item>
		<title>‘Sabores da Terra’ começa nesta quinta (10)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 18:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Home]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[feiras]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (10), a população da Grande Vitória terá uma ótima opção para aproveitar o final desta semana. A partir das 19 horas, na Praça do Papa, em Vitória, tem início a Feira Estadual de Agroturismo &#8220;Sabores da Terra&#8221;, que prossegue até domingo (13), com uma programação variada e entrada franca.A abertura oficial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=376" rel="attachment wp-att-376"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=375"><img class="alignleft size-medium wp-image-376" title="sabores-da-terra" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sabores-da-terra-104x135.jpg" alt="" width="104" height="135" /></a></a>A partir desta quinta-feira (10), a população da Grande Vitória terá uma ótima opção para aproveitar o final desta semana. A partir das 19 horas, na Praça do Papa, em Vitória, tem início a Feira Estadual de Agroturismo &#8220;Sabores da Terra&#8221;, que prossegue até domingo (13), com uma programação variada e entrada franca.A abertura oficial acontece com as presenças do governador Paulo Hartung, do secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Enio Bergoli, do presidente da Associação de Agroturismo do Estado do Espírito Santo (Agrotures), Jorge Saiter, do superintendente do Sebrae/ES, José Eugênio Vieira, de prefeitos municipais, outras autoridades e produtores.</p>
<p>Nos quatro dias de programação, os visitantes terão acesso a comidas típicas, apresentações musicais, danças pomerana, italiana e holandesa, doces cristalizados, geléias, biscoitos, grupos de congo, orquestra de violão, concertina, quadrilha, exposição de gados, oficinas, etc. Ao todo serão 900 produtores, de 65 municípios, expondo e comercializando produtos variados, em 280 espaços.<span id="more-375"></span></p>
<p>A &#8220;Sabores da Terra&#8221; tem como objetivo aumentar a interatividade entre o campo e a cidade, ser um espaço de promoção, divulgação e comercialização dos produtos agroindustriais e do artesanato e contribuir para o fortalecimento da realização das atividades não agrícolas nas propriedades rurais, ação que contribui para aumentar e diversificar a geração de renda.</p>
<p>Serviço:<br />
Feira &#8220;Sabores da Terra&#8221;<br />
10 a 13 de junho - Praça do Papa, Vitória<br />
Programação: (entrada franca)<br />
Dia 10 de junho - Quinta-feira - 19 às 22h<br />
Dias 11 e 12 de junho - Sexta-feira e sábado - 14 às 22h<br />
Dia 13 de junho - Domingo - 10 às 17h</p>
<p>Realização: Seag, Sebrae e Agrotures<br />
Parceiros: Secretarias de Estado do Turismo (Setur), da Cultura (Secult) e do Trabalho, Assistência e Desenvolvimentom Social (Setades), Bandes, Senar, Sindicatos Rurais, Regiões Turísticas, Prefeituras, Ministério do Turismo, Sindibares, Fetaes, CDV, Conventions Bureau e Senac.</p>
<p>Fonte:Gerência de Informação e Análise da Seag<br />
Léo Júnior</p>
<p> </p>
<h5 style="text-align: right;">Roberto Dias Ribeiro</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Câmara dos Deputados recebe relatório final sobre Código Florestal</title>
		<link>http://www.agrocapixaba.com.br/?p=373</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 16:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Codigo Florestal]]></category>

		<category><![CDATA[reserva legal]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi apresentado nesta terça, dia 8, na Câmara dos Deputados, o relatório final da comissão que analisa mudanças na legislação ambiental. O texto mantém a obrigatoriedade da Reserva Legal em 20% na Mata Atlântica, 35% no Cerrado e 80% na Amazônia. Já as propriedades com até quatro módulos estão dispensadas da regra, mas devem manter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi apresentado nesta terça, dia 8, na Câmara dos Deputados, o relatório final da comissão que analisa mudanças na legislação ambiental. O texto mantém a obrigatoriedade da Reserva Legal em 20% na Mata Atlântica, 35% no Cerrado e 80% na Amazônia. Já as propriedades com até quatro módulos estão dispensadas da regra, mas devem manter as Áreas de Preservação Permanente.</p>
<p>Em relação ao desmatamento, está proibido, por cinco anos, o corte raso de floresta nativa para a abertura de novas áreas destinadas à agricultura e pecuária.</p>
<p>Os Estados vão poder participar da elaboração de normas ambientais, mas continuam subordinados à legislação federal. É o caso da preservação na margem dos rios. O limite ficou estabelecido em 15 metros de distância, mas pode ser flexibilizado em 50% para mais ou para menos.</p>
<p>Houve fila para entrar no plenário e muita discussão entre os deputados. Até que o relator da proposta que altera o Código Florestal começou a leitura das 274 páginas.</p>
<p>O documento, elaborado pelo deputado Aldo Rebelo, do PCdoB de São Paulo, causou divergências entre os parlamentares. A bancada ruralista aprovou as mudanças, enquanto os ambientalistas criticaram.</p>
<p>Após ser aprovado em plenário na Câmara, o documento também vai ser discutido no Senado, antes de ir à votação na Casa. Porém, os próprios parlamentares descartam uma decisão final ainda este ano.</p>
<p><span style="font-family: Arial;">Fonte: Canal Rural</span></p>
<h4 style="text-align: right;">Roberto Dias Ribeiro</h4>
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		<title>Baixo estoque de café e quebra na produção dá esperança aos produtores capixabas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 00:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A declaração do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone, de que os estoques de café estão caindo em todo o mundo,  animou os produtores rurais capixabas. Os estoques brasileiros nunca estiveram tão baixos. O governo tem em mãos cerca de 1,7 milhão de sacas, referentes ao exercício dos contratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=371" rel="attachment wp-att-371"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=370"><img class="alignleft size-medium wp-image-371" title="cafe" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cafe.jpg" alt="café" width="116" height="116" /></a></a>A declaração do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone, de que os estoques de café estão caindo em todo o mundo,  animou os produtores rurais capixabas. Os estoques brasileiros nunca estiveram tão baixos. O governo tem em mãos cerca de 1,7 milhão de sacas, referentes ao exercício dos contratos de opção, lançados no ano passado, e mais cerca de 400 mil sacas de grãos de safras velhas.</p>
<p>&#8220;A notícia é boa para os cafeicultores capixabas, porque como estamos num período de safra baixa os preços tendem a subir, pelo menos um pouco&#8221;, destaca o presidente da Comissão Técnica de Café da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), José Umbelino de Castro.</p>
<p>Bertone disse também que países concorrentes do Brasil enfrentam problemas na produção, principalmente de natureza climática. A Colômbia, por exemplo, perdeu a posição de segundo maior produtor mundial, para agora ficar atrás do Brasil, Vietnã e Indonésia.</p>
<p>O Estado do Espirito Santo tambem vem apresentando uma quebra na safra de cerca de 30% no café conilon de acordo com as ultimas pesquisas realizadas em campo com os produtores, principalmente nos campos de café sequeiro(sem irrigação).</p>
<h4 style="text-align: right;">Roberto Ribeiro</h4>
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		<title>Greve na agricultura.</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 23:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<category><![CDATA[Legislação 442 e 443]]></category>

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		<description><![CDATA[E-mail 037/2010  Cachoeiro de Itapemirim – ES, 02 de junho de 2010.
Prezado Colega,
Hoje a 1ª manchete no Bom Dia Brasil é que o Congresso Nacional deu aumento de até 47% para funcionário legislativo, cerca de 4 500 funcionários; cada diploma de cursos conta 5% no aumento salarial, chegando a um número muito grande de servidores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E-mail 037/2010  Cachoeiro de Itapemirim – ES, 02 de junho de 2010.</p>
<p>Prezado Colega,</p>
<p>Hoje a 1ª manchete no Bom Dia Brasil é que o Congresso Nacional deu aumento de até 47% para funcionário legislativo, cerca de 4 500 funcionários; cada diploma de cursos conta 5% no aumento salarial, chegando a um número muito grande de servidores, a atingir o teto salarial de mais de R$ 27.000,00 mil reais. Com esse aumento o País vai gastar mais de meio bilhão segundo o repórter da globo Alexandre Garcia. Aqui no Espírito Santo fala-se em lei eleitoral para impedir que o governo corrija a injustiça cometida com a edição das Leis 442 e 443, que aumentou o salário de apenas parte dos servidores do INCAPER e IDAF. Ontem em Assembléia na SEAG / Vitória- ES, cerca de 200 servidores indignados com a postura governamental resolveram entrar de greve geral por tempo indeterminado. Espera-se que os colegas que foram alcançados pela Legislação 442 e 443  e que hoje tem um salário melhor. Reflitam que se hoje as coisas estão melhores foi pelo esforço de todos, por isso precisamos da união de todos trabalhadores (servidores) dos mais simples aos mais graduados para não deixar perpetuar injustiças que com certeza criarão motivações e divisões indesejáveis para essas duas empresas com avaliação bastante positiva pela sociedade.<br />
Atenciosamente,<br />
<strong>Antonio Carlos Balbino<br />
Presidente do SINTAES</strong></p>
<p>Fonte: Sintaes- Sindicato de Nivél Medio dos Técnico Agrícola ES.</p>
<p><a href="http://www.sintaes.com.br">www.sintaes.com.br</a></p>
<p>Delegado Regio. de Serra.</p>
<p>Douglas Daniel</p>
<p>Técnico Agricola.</p>
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		<title>Estado intensifica o combate à brucelose.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a meta de chegar a 85% do rebanho vacinado até o final de 2014, entidades que atuam no Estado se uniram para combater a brucelose, uma doença infecciosa que afeta o rebanho bubalino (bovinos e búfalos) e gera prejuízos aos pecuaristas de leite e de corte. Na manhã de hoje, no Cerimonial Oásis, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=219" rel="attachment wp-att-219"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=368"><img class="alignleft size-medium wp-image-219" title="pecuaria-de-leite" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2008/11/pecuaria-de-leite.jpg" alt="Futuro da pecuária de leite é discutida em seminário" width="114" height="76" /></a></a>Com a meta de chegar a 85% do rebanho vacinado até o final de 2014, entidades que atuam no Estado se uniram para combater a brucelose, uma doença infecciosa que afeta o rebanho bubalino (bovinos e búfalos) e gera prejuízos aos pecuaristas de leite e de corte. Na manhã de hoje, no Cerimonial Oásis, em Vitória, será lançado o projeto Brucelose - Sanidade animal.</p>
<p>Com a parceria formada, por meio de convênio da Secretaria Estadual de Agricultura (Seag) com a Federação da Agricultura (Faes), envolvendo ainda o Senar, Incaper, Idaf, OCB e Superintendência Federal da Agricultura, o pecuarista pagará metade do valor da vacina aplicada no rebanho. Hoje, o valor fica entre R$ 8 e R$ 12. Com a parceria, o custo para o pecuarista cai para R$ 4 por cada animal vacinado.</p>
<p><span id="more-368"></span></p>
<p>No lançamento da campanha serão entregues aos sindicatos rurais 50 motos. Os veículos serão utilizados por 50 agentes de saúde animal para visita às propriedades e vacinação dos animais. Os sindicatos receberão, ainda, 50 geladeiras para a conservar as vacinas. A Seag repassou R$ 720 mil à Faes para a aquisição dos equipamentos.</p>
<p>Segundo o secretário estadual de Agricultura, Enio Bergoli, cerca de 3% do rebanho bovino, em 6% das propriedades no Estado, podem estar com a doença. A meta é vacinar as bezerras com idade de três a oito meses, cerca de 171 mil animais.</p>
<p>A vacinação sempre existiu, mas o índice atingido era baixo, entre 30% e 34%. Em 2003, a vacinação tornou-se obrigatória, mas o índice continuou baixo. Em 2009, 58% do rebanho foi vacinado. O trabalho será intenso, para que os 85% (considerado índice zero) sejam atingidos.</p>
<p>Quando o animal está infecctado precisa ser sacrificado, explica a médica veterinária do Idaf, Heloísa Helena Monteiro. Se constatada a presença da bactéria quando o animal foi para o abate em frigorífico, toda a carcaça tem que ser descartada. No Estado, a cada 100 animais abatidos, um está doente. A perda gira em torno de R$ 4 milhões por ano, só na pecuária de corte.</p>
<p>Na pecuária de leite, explica Bergoli, os produtores deixam de ganhar em torno de R$ 30 milhões por ano. Isso porque a doença provoca o aborto no final da prenhez da vaca.</p>
<p>Não esqueça<br />
Evento: Lançamento do projeto Brucelose – Sanidade Animal<br />
Horário: 8h<br />
Data: 31 de maio<br />
Local: Cerimonial Oásis, em Vitória</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a doença </strong><br />
A brucelose é uma doença contagiosa, com maior gravidade para a fêmea adulta e prenhe.</p>
<p>A enfermidade é causada por bactérias aeróbicas, a Brucella abortus, que acomete os animais bubalinos e os seres humanos.</p>
<p>É responsável por grandes prejuízos no rebanho de bovinos e bubalinos, devido ao aborto, redução da fertilidade e queda na produção leiteira.</p>
<p>A partir de 2003, a brucelose foi considerada uma doença com notificação obrigatória</p>
<p>Atualmente ,dentro do gênero Brucella, se distinguem seis espécies.</p>
<p>A transmissão da brucelose para os seres humanos pode ocorrer quando há contato do profissional que maneja os animais com a secreção contaminada, sem a utilização de medidas sanitárias adequadas, como o uso de luvas.</p>
<p>Os demais contágios ocorrem por ingestão de leite e derivados contaminados, quando não devidamente processados.</p>
<p>O homem está sujeito à infecção pelas mesmas espécies que acometem os bovinos. No caso dos animais a transmissão ocorre por várias vias.</p>
<p>Nos ruminantes, a maior frequência é pela via gastrointestinal, seguidos do trato respiratório, conjuntivas, pele e trato genital.</p>
<p>A principal fonte de contágio é a contaminação ambiental pelas bactérias eliminadas durante os abortos, principalmente em locais onde as fêmeas abortam, como pastagens e currais.</p>
<p>A doença, na maioria das vezes, aparece em rebanhos livres da enfermidade pela introdução no plantel, de animais doentes.</p>
<p>Os touros apresentam quadros de orquite e epididimite.</p>
<p>Os principais sinais da brucelose são a presença de aborto no terço final da gestação e a retenção de envoltórios fetais.</p>
<p>Estima-se que a diminuição da produção de carne e leite seja da ordem de 25% e que o decréscimo da produção de bezerros seja da ordem de 15%.</p>
<p>Fonte: Agazeta On Line/texto: <em>Rita Bridi<br />
</em>        <a href="mailto:rbridi@redegazeta.com.br">rbridi@redegazeta.com.br</a></p>
<p>Douglas Daniel</p>
<p>Técnico Agrícola</p>
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		<title>Ponto de Vista - Pecuária não é a vilã do aquecimento.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 11:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Daniel</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Agropecuária]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos, atualmente, numa onda de ambientalismo e produtores rurais estão sendo vistos como os grandes responsáveis pelo aquecimento global. Isso, de algum modo, está “demonizando” o setor produtivo e, no nosso entender, é mais uma jogada comercial do que qualquer outra coisa: mantendo os países em desenvolvimento sob controle, se mantém o status quo, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=372" rel="attachment wp-att-372"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=367"><img class="alignleft size-medium wp-image-372" title="pecuaria" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pecuaria.jpg" alt="Peso da Agropecuária" width="101" height="132" /></a></a>Estamos, atualmente, numa onda de ambientalismo e produtores rurais estão sendo vistos como os grandes responsáveis pelo aquecimento global. Isso, de algum modo, está “demonizando” o setor produtivo e, no nosso entender, é mais uma jogada comercial do que qualquer outra coisa: mantendo os países em desenvolvimento sob controle, se mantém o status quo, mas isso é feito da maneira mais cruel possível. Essa tem sido a conclusão de diversos pesquisadores e técnicos do setor pecuário. O ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), divulgou nota afirmando que os bovinos geram mais gases de efeito estufa do que o setor de transporte. A entidade aponta também que os rebanhos são uma das principais causas para a degradação do solo e dos recursos hídricos. Para ela, a pecuária é responsável por 9% de todo o dióxido de carbono (C02) oriundo de atividades humanas e 65% de óxido nitroso, que tem 296 vezes mais potencial de aquecimento global. A maior parte disso vem do esterco. Também responderia por 37% do metano (23 vezes mais prejudicial que o C02) e 64% do amoníaco, que contribui para a chuva ácida. Vários são os pesquisadores, contrários a essas afirmações e que saem na defesa da pecuária, inclusive os da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que apontam o metano emitido pela pecuária, por exemplo, com uma participação de 0,06% no aquecimento global, ou seja, quase nada. Além dessa comprovação, é registrado cientificamente que 95% do aquecimento global são responsabilidade do vapor de água, enquanto 3,6% cabem ao gás carbônico, e desse total do CO2, 3,5% são provenientes do oceano, da decomposição de matéria.<span id="more-367"></span></p>
<p>Segundo a Embrapa, cada bovino emite de 50 a 60 quilos de metano por ano. Entretanto, um estudo da Embrapa Pecuária Sudeste aponta que todo o rebanho nacional não responde nem por 2% de todo o gás emitido pelas atividades humanas. “O dano maior ao ambiente é com relação às queimadas, à devastação de florestas e de áreas agropecuárias”. É preciso entender que o boi não é um elemento isolado no sistema.</p>
<p>O boi emite metano, mas pelo manejo da pastagem é possível sequestrar carbono e minimizar o impacto das emissões. Também, a Embrapa Gado de Corte aponta que, se o gado ingerir alimento de boa qualidade e não caminhar muito atrás de água e comida, se não houver queimadas de pastagens e se o manejo de adubação ou agroflorestal for intensificado, é possível reduzir as emissões de carbono. O uso de simples tecnologias, a exemplo da utilização de cana-de-açucar picada com um pouco de concentrado na seca reduz a emissão de metano mais do que se o animal ingerisse só capim. A melhor atitude que o produtor tem a fazer hoje é se informar, buscar conhecimento, porque só por meio do conhecimento será possível desmistificar a imagem ruim que criaram para o setor produtivo.</p>
<p>Fonte: Agazeta online</p>
<p>Texto: José de Assis Belisário, Professor da UVV</p>
<p>Douglas Daniel</p>
<p>Técnico Agrícola</p>
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		<title>Projeto Brucelose - Sanidade Animal é Lançado no ES</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 22:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira, 31, a Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes) e um grupo de parceiros farão o lançamento do Projeto Brucelose - Sanidade Animal, a partir das 8h, no Cerimonial Oásis, em Vitória. O programa tem como objetivo reduzir a incidência de novos focos da doença no Estado, através da redução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=215" rel="attachment wp-att-215"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=366"><img class="alignleft size-medium wp-image-215" title="vacinacao-bovina" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2008/10/vacinacao-bovina.jpg" alt="2ª etapa de vacinação contra aftosa" width="130" height="98" /></a></a>Na próxima segunda-feira, 31, a Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes) e um grupo de parceiros farão o lançamento do Projeto Brucelose - Sanidade Animal, a partir das 8h, no Cerimonial Oásis, em Vitória. O programa tem como objetivo reduzir a incidência de novos focos da doença no Estado, através da redução do custo ao criador e de uma logística eficaz para vacinação, que abrange todos os municípios capixabas.</p>
<p>Na ocasião, serão entregues 50 motos que facilitarão a locomoção dos agentes de saúde animal, que irão diretamente às propriedades precederem à vacinação. O custo para o produtor será de R$ 4 por cabeça vacinada, valor inferior ao praticado no mercado e já incluso o deslocamento do agente vacinador.  O projeto é fruto de uma parceria entre Faes, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/ES), Secretaria de Estado da Agricultura (Seag) - através do Incaper e Idaf, OCB e Superintendência Federal da Agricultura (SFA).</p>
<p><span id="more-366"></span></p>
<p>Segundo dados do Idaf, o índice de vacinação contra a brucelose não ultrapassa 40% no Espírito Santo. A meta é ainda este ano atingir 65% de vacinação nos campos capixabas. A brucelose é uma doença infecciosa, que acarreta prejuízos à pecuária, como diminuição na produção de carne e leite, morte de bezerros e baixo índice reprodutivo.</p>
<p>Mais informações:</p>
<p>Faes - (27) 3185-9200</p>
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		<title>Bahia aumenta a área plantada com graviola</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 10:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia- ADAB, o estado conquistou o status de maior produtor mundial de graviola e já ocupa 800 hectares do sul baiano, distribuídos entre os municípios de Una, Valença, Gandu, Ilhéus, Wenceslau Guimarães e Tancredo Neves. A Bahia produz oito mil toneladas por ano. A maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia- ADAB, o estado conquistou o status de maior produtor mundial de graviola e já ocupa 800 hectares do sul baiano, distribuídos entre os municípios de Una, Valença, Gandu, Ilhéus, Wenceslau Guimarães e Tancredo Neves. A Bahia produz oito mil toneladas por ano. A maior parte da produção pertence a agricultores familiares e o cultivo da fruta vem se consolidando como uma alternativa na diversificação agrícola. Os ótimos preços e a boa produtividade da fruta têm incentivado os produtores rurais a aumentar a área cultivada.<span id="more-364"></span> <br />
Às margens da BR415, próximo ao município de Itabuna, no sul da Bahia, está a fazenda Doce da Mata com 600 pés plantados e com uma produção de vinte toneladas por ano. A propriedade é considerada modelo por causa da organização, da boa produtividade e da qualidade do produto.<br />
As gravioleiras recebem um manejo adequado e cuidadoso. O fruto chega a pesar de 8 a 12 quilos, quatro vezes mais do que a média no plantio comum. O uso de telas de nylon para cobrir o fruto evita a ação das pragas e doenças. &#8220;Nós contamos também com o apoio das formigas caçarema. Elas ajudam a eliminar a broca da semente&#8221;, disse o gerente da fazenda, Aurelino Sampaio.<br />
O dono da fazenda também agregou valor ao fruto. Ele construiu uma pequena agroindústria de beneficiamento, onde a fruta é transformada em polpa ou doce cristalizado e gera vinte e dois empregos, o que é um aspecto positivo para a região. &#8220;O consumo da graviola cresceu muito e sentimos a necessidade de não apenas vender o produto final, mas também o de produzir a matéria-prima. Estamos na direção desta fazenda há 3 anos&#8221;, contou Karl Vasconcelos, dono da fazenda Doce da Mata.<br />
A graviola tem origem nas ilhas do Caribe, o suco é doce, mas um pouco ácido. Mais de 50% da graviola processada na Bahia é vendida para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A polpa chega a ser vendida por 66 a 88 centavos nos supermercados da região sul do estado e já é bastante aceita no mercado. A graviola é a terceira cultura mais importante da região sul ficando atrás do cacau e da banana.<br />
O fiscal agropecuário da ADAB, Geraldo Nascimento, garante que a agência põe em prática medidas de controle integrado no manejo fitossanitário dos pomares baianos e que a região plantada com a fruta tende a crescer. O controle da área de produção da graviola está sendo obtida por meio do geoprocessamento, técnica que utiliza programas de computador para obter referências cartográficas. &#8220;Já temos áreas novas a serem referenciadas e oficializadas que provavelmente daqui até Julho nós já estamos sendo o maior produtor de graviola do mundo&#8221;, concluiu Nascimento.<br />
Assista o vídeo dessa matéria no link:<br />
<a href="http://www.mercadodocacau.com.br/index.php?menu=videos&amp;id=63&amp;tipo=3 " class="panel_wrapper" target="_blank">http://www.mercadodocacau.com.br/index.php?menu=videos&amp;id=63&amp;tipo=3 </a><br />
Fonte: Mercado do Cacau</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Criado Instituto para incentivar o desenvolvimento sustentável do café no Espírito Santo</title>
		<link>http://www.agrocapixaba.com.br/?p=362</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 10:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Dias Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Acaba de ser lançado no Espírito Santo o Instituto de Desenvolvimento Social Sustentável do Café (INCAFÉ) com o objetivo principal de aproximar os vários grupos que atuam neste mercado, potencializando a cadeia cafeeira, com propostas que corroboram com as estratégias do novo Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (PEDEAG).
Com frentes consolidadas de serviços prestados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?attachment_id=363" rel="attachment wp-att-363"><a href="http://www.agrocapixaba.com.br/?p=362"><img class="alignleft size-medium wp-image-363" title="foto-17-_-napoleaic692o-penna-filho-dirgeral-do-incafeic281-discursa-no-lancic2a7amento-da-entidade" src="http://www.agrocapixaba.com.br/wp-content/uploads/2010/05/foto-17-_-napoleaic692o-penna-filho-dirgeral-do-incafeic281-discursa-no-lancic2a7amento-da-entidade-175x116.jpg" alt="Diretor Geral Napoleão Penna Filho discursa no Lançamento da Entidade" width="175" height="116" /></a></a>Acaba de ser lançado no Espírito Santo o Instituto de Desenvolvimento Social Sustentável do Café (INCAFÉ) com o objetivo principal de aproximar os vários grupos que atuam neste mercado, potencializando a cadeia cafeeira, com propostas que corroboram com as estratégias do novo Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (PEDEAG).</p>
<p>Com frentes consolidadas de serviços prestados em quase todo o Estado, o Centro de Treinamento em Preparação de Cafés - CTPC-ES, origem principal do INCAFÉ, o Instituto tem além de uma arrojada equipe de profissionais de ponta, a assessoria institucional da ABRAGES - Agência Brasileira de Gestão Social e Tecnologia da Informação.<span id="more-362"></span></p>
<p>INFORMAÇÕES SOBRE O SETOR - A cafeicultura é a principal atividade agrícola do Espírito Santo, empregando, segundo dados do Incaper, 33% da população ativa do Estado. O setor envolve aproximadamente 130 mil famílias, gerando em torno de 400 mil postos de trabalhos diretos e indiretos. É conduzida prioritariamente por produtores de base familiar e o tamanho médio das lavouras atinge 9,4 hectares.</p>
<p>Ocupando 526 mil hectares de área, com 56 mil profissionais, a cafeicultura gerou em 2009 o PIB de R$ 1,9 bilhão, segundo dados do Centro de Desenvolvimento Tecnológico do Café (CETCAF). Em várias dessas propriedades apresenta-se a mais alta produtividade do País no setor.</p>
<p>É o segundo maior produtor de café do Brasil e o primeiro, considerando-se somente o café conilon, do qual é responsável por cerca de 70% da produção nacional. Somente o este tipo de café ocupa uma área de 330 mil hectares, em 33 mil propriedades. A atividade envolve 78 mil famílias e gera 220 mil empregos diretos e indiretos.</p>
<p>FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS - Só para se ter uma ideia do porte dos projetos iniciais do Incafé, para 2010, está prevista a realização de cursos de classificação e degustação de café e de formação de baristas, além da promoção do primeiro Fórum Café e Sustentabilidade e o primeiro Campeonato de Baristas (ACBB), em terras capixabas.</p>
<p>O conjunto dessas ações deverá resultar, em médio prazo, na criação da Universidade do Café no Espírito Santo, um centro que reunirá as várias vertentes de pesquisa e qualificação técnico científico para o setor.</p>
<p>Conheça melhor a programação do Incafé para a formação de profissionais da área:</p>
<p>CURSO CLASSIFICAÇÃO E DEGUSTAÇÃO DE CAFÉ</p>
<p>* Realização de 04 cursos de Classificação e Degustação em 2010.</p>
<p>* Capacitação de 12 profissionais por Curso, em média, totalizando 48 alunos.</p>
<p>* Disponibilização de 40 horas/mês, totalizando 160 horas/ano.</p>
<p>Treinar multiplicadores visando atuação em todos os municípios do Estado, tendo como foco a melhoria na qualidade do produto.</p>
<p>CURSO DE PREPARAÇÃO PARA BARISTA</p>
<p>* Realização de 05 cursos de Preparação para Barista em 2010.</p>
<p>* Capacitação de 12 profissionais por Curso, em média, totalizando 60 alunos.</p>
<p>* Disponibilização de 32 horas/mês, totalizando 160 horas/ano.</p>
<p>Treinar multiplicadores visando atuação em todos os municípios do Estado, tendo como foco principal o 1º Campeonato de Barista - Regional Espírito Santo, com data já definida de 10 a 14 de Agosto de 2010.</p>
<p>PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS - Está prevista, ainda para 2010, a participação em Feiras voltadas para agronegócios, turismo, sustentabilidade, gastronomia, integração e desenvolvimento rural e do agronegócio café. A entidade tem ainda como objetivo a divulgação da melhoria e qualidade de produtos e serviços, incentivando o consumo, o conhecimento e a valorização na cadeia produtiva.</p>
<p>PESQUISAS - Estão em fase de planejamento pesquisas com a finalidade de identificar projetos que atendam às necessidades da área. O processo de desenvolvimento da cultura do café no Estado demanda maior conhecimento</p>
<p>sobre necessidades específicas do setor em suas diversas regiões. A partir dos resultados da pesquisa de campo quali-quantitativa em comunidades</p>
<p>cafeeiras, poderão ser reunidos dados com o intuito de desenvolver e implementar projetos certeiros em seus objetivos e planejar ações.</p>
<p>Na perspectiva gastronomia/turismo, por exemplo, a equipe de profissionais do Incafé possui proposta de atuação que se baseia na valorização das regiões cafeeiras, reconhecendo suas potencialidades gastronômicas</p>
<p>regionais, transformando-as em fonte de renda para a população local e demarcando espaço aberto para o agroturismo.</p>
<p>O Instituto fará ainda o levantamento de história oral e de memórias ligadas à produção cafeeira no Estado e seu impacto familiar.</p>
<p>PARCERIAS - O Incafé pretende manter permanente contato com instituições já existentes que compartilham sua proposta de trabalho, de maneira a integrar e potencializar ações. Procurará agregar conhecimentos e ações com</p>
<p>profissionais especializados, aos possíveis projetos já existentes, apoiando as instituições promotoras, fortalecendo o aspecto coletivo das ações.</p>
<p>Entre os agentes com quem o Incafé pretende formalizar parcerias, estão órgãos e empresas públicas de âmbitos federal, estadual e municipais, como MAPA, Seag, Incaper, SEBRAE e Secretarias Municipais, entre outros. Também</p>
<p>planejam ações conjuntas com Cooperativas e Associações do setor, e quaisquer outras entidades e empresas privadas.</p>
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