Agronegócio. Cafezal dá lugar ao cultivo da framboesa. (19-07-10)

Para quem tem a oportunidade de visitar a plantação de framboesa, em Santa Maria de Jetibá, que tem 8 mil pés, fica até difícil de acreditar que tudo isso começou há um ano e com apenas cinco pequeninas plantas. O que, no início, poderia parecer uma experiência sem entusiasmo contagiou todos os integrantes da família. Hoje, eles estão priorizando o plantio da fruta exótica e substituindo parte das lavouras de café pela framboesa e por outras frutas.

Colher diariamente as frutinhas de framboesa, produzir geleia, vinho e suco, vender os produtos e a própria fruta congelada ou in natura são rotinas que já fazem parte da vida da produtora rural Silvana Pinheiro, de seu pai, Sebastião, e de sua mãe, Marly. Hoje toda a família se rendeu à “maluquice” da caçula Silvana, 27 anos.

Ela ri ao lembrar que foi chamada de maluca quando chegou em casa com as cinco mudinhas de framboesa, que foram distribuídas pelo secretário municipal de Agropecuária, Wanderley Stuhr, aos participantes de uma reunião coordenada por ele. Quando ela entregou as mudas ao pai, informando tratar-se de uma novidade, ele, ao constatar a presença de espinhos nas pequenas mudas retrucou: “Que presente de grego você me trouxe”.

Apesar da desconfiança de todos em casa, Silvana decidiu plantar as mudas e delas cuidar. As plantinhas foram crescendo, e logo surgiram as primeiras frutinhas. “Quando vi aquelas frutas, pensei: se é novidade, isso terá mercado”, conta a produtora. Segundo Marly, ela “é diferente dos outros filhos por estar sempre em busca de coisas novas e de gostar de algo diferente”.

Produção
Com os frutos colhidos diariamente, Silvana e Marly começaram a produzir geleia, sucos e vinhos. O sabor dos produtos conquistou todos da casa, a vizinhança e também o mercado. O pai de Silvana deixou, antes desconfiado, foi conquistado pelo sabor da frutinha diferente e hoje nem quer mais saber de plantar café e gengibre. É ele quem cuida da produção de novas mudas e da poda das plantas, garantindo produção o ano inteiro.

Sebastião está tão encantado com a fruticultura que, além de framboesa, já está cultivando amora preta (mil pés) e maçã (200 pés). Está fazendo experiência com o mirtilo, que é uma planta muito exigente com temperatura e solo. A amora preta já está em fase de produção, e os pés de maçã terão os primeiros frutos ainda neste ano.

A grande vantagem da framboesa, explica Silvana, é que não exige solo de alta qualidade. O que a planta precisa é de temperatura baixa e umidade permanente. Isso significa que é preciso irrigação diária em períodos sem chuva. Outra vantagem é a facilidade de ampliar a área plantada com as mudas que se formam junto à planta, logo após a poda dos galhos mais velhos.

Produtos logo estarão na Grande Vitória
Na propriedade da família Pinheiro, em Alto Triunfo, no município de Santa Maria de Jetibá, a produção de framboesa é a realização do sonho de Silvana. Na propriedade, que está em processo de certificação pela Chão Vivo, a produção é orgânica. Ela está tão entusiasmada com a experiência que faz questão de mandar um recado para os jovens rurais. “Queria que os jovens que estão na roça não fossem para a cidade. Na área rural tem tanta diversidade, há tanta oportunidade, há tanta qualidade de vida que não é preciso sair. Precisa apenas ter objetivo e trabalhar para alcançar esse objetivo”, avisa. Ela conta que tentou morar na cidade por algum tempo, mas não conseguiu se adaptar. Os 8 mil pés de framboesa, que estão em produção, proporcionam a colheita diária de 40 quilos de fruta. Parte da produção é vendida in natura, para atender aos pedidos. Parte é congelada, e a outra parcela é direcionada para a produção de suco, geleia e vinho. Os produtos são vendidos no próprio município e também na região da Grande Vitória. Fora de Santa Maria de Jetibá, por enquanto as vendas são feitas por sistema de encomendas. Até o final do ano, quando o volume de produção for maior, Silvana pretende disponibilizar os produtos em pontos de venda na Grande Vitória.

Fonte: Agazeta On Line / Texto:Rita Bridi

                                                                                                                                               Douglas Daniel .

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Baixo estoque de café e quebra na produção dá esperança aos produtores capixabas (07-06-10)

caféA declaração do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone, de que os estoques de café estão caindo em todo o mundo, animou os produtores rurais capixabas. Os estoques brasileiros nunca estiveram tão baixos. O governo tem em mãos cerca de 1,7 milhão de sacas, referentes ao exercício dos contratos de opção, lançados no ano passado, e mais cerca de 400 mil sacas de grãos de safras velhas.

“A notícia é boa para os cafeicultores capixabas, porque como estamos num período de safra baixa os preços tendem a subir, pelo menos um pouco”, destaca o presidente da Comissão Técnica de Café da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), José Umbelino de Castro.

Bertone disse também que países concorrentes do Brasil enfrentam problemas na produção, principalmente de natureza climática. A Colômbia, por exemplo, perdeu a posição de segundo maior produtor mundial, para agora ficar atrás do Brasil, Vietnã e Indonésia.

O Estado do Espirito Santo tambem vem apresentando uma quebra na safra de cerca de 30% no café conilon de acordo com as ultimas pesquisas realizadas em campo com os produtores, principalmente nos campos de café sequeiro(sem irrigação).

Roberto Ribeiro

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Criado Instituto para incentivar o desenvolvimento sustentável do café no Espírito Santo (04-05-10)

Diretor Geral Napoleão Penna Filho discursa no Lançamento da EntidadeAcaba de ser lançado no Espírito Santo o Instituto de Desenvolvimento Social Sustentável do Café (INCAFÉ) com o objetivo principal de aproximar os vários grupos que atuam neste mercado, potencializando a cadeia cafeeira, com propostas que corroboram com as estratégias do novo Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (PEDEAG).

Com frentes consolidadas de serviços prestados em quase todo o Estado, o Centro de Treinamento em Preparação de Cafés - CTPC-ES, origem principal do INCAFÉ, o Instituto tem além de uma arrojada equipe de profissionais de ponta, a assessoria institucional da ABRAGES - Agência Brasileira de Gestão Social e Tecnologia da Informação.

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Custo da produção de café capixaba será analisado (26-03-10)

Atarso na colheita do café afeta mercado

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou esta semana, na cidade de Iúna, os primeiros painéis de custo de produção de café, dentro do projeto Campo Futuro. Na quinta-feira, 25 de março, o levantamento seguiu na cidade de Vila Valério e na sexta-feira (26) será a vez do município de Jaguaré sediar o painel.
“As informações obtidas a partir destes painéis servirão para orientar o produtor rural na gestão da sua propriedade rural e na tomada de decisões em sua atividade”, destaca o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária - Faes, Júlio Rocha.

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Governo Federal compra café para regular preço. (23-02-10)

Os cafeicultores capixabas que optarem por vender o café arábica para o Programa de Aquisição do Governo Federal - AGF já podem procurar a Companhia Nacional de Abastecimento - Conab, que é quem executa a compra e estocagem do produto. A Companhia está pagando os seguintes preços: R$ 261,69 para o tipo 6, bebida dura para melhor, R$ 254,01 para o tipo 7, bebida dura, R$ 240,16 para o tipo 7, bebida riada e R$ 213,16 para o tipo 7, bebida rio. O presidente da Comissão de Café da Federação da Agricultura do ES (Faes), José Umbelino de Castro, explica que todas as aquisições são acrescidas de reembolso do valor da sacaria.
Para participar basta procurar a Conab e marcar a data de entrega nos armazéns, pelo telefone: (27) 3041 4005.

Preços
R$ 261,69 - Arábica tipo 6, bebida dura para melhor
R$ 254,01 - Arábica tipo 7, bebida dura
R$ 240,16 - Arábica tipo 7, bebida riada
R$ 213,16 - Arábica tipo 7, bebida rio

Mais informações:
Faes - (27) 3185 9230

 Iá! Comunicação / Marcelle Desteffani

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Gerente-geral da Embrapa Café participa da entrega de prêmio no ES (09/12/2009) (11-01-10)

Ações do documento

O gerente-geral da Embrapa Café, Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, participou, no  sábado (05), em Venda Nova do Imigrante, ES, da entrega da premiação aos vencedores da nona edição do Prêmio Cafuso/UCC das Montanhas do Espírito Santo. O prêmio, considerado o ‘Oscar’ da cafeicultura arábica capixaba, teve como vencedor o cafeicultor Francisco Braga, do município de Afonso Cláudio, Região Serrana do Estado.

A amostra de café do produtor foi a melhor entre as 440 concorrentes, garantindo o prêmio máximo do concurso, R$ 20 mil, na etapa final, além de R$ 5 mil, recebido na classificação municipal.

Participaram da entrega do prêmio o vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, o diretor-presidente do Incaper e coordenador técnico do concurso, Evair Vieira de Melo, o prefeito local, Dalton Perim, o presidente do Grupo Tristão, Sérgio Tristão, o gerente-geral da Ueshima Coffee Company (UCC), Shota Takemoto, secretários de Estado, prefeitos da região e aproximadamente 800 cafeicultores.

Para Aymbiré Fonseca, essa iniciativa é inovadora e de grande importância para a sustentabilidade da agricultura, pois leva em consideração, para a entrega do prêmio, não apenas a qualidade do produto, mas também os fatores ambientais e sociais da produção.

Com participantes de 16 municípios capixabas, o 9º Prêmio Cafuso/UCC das Montanhas do Espírito Santo distribuiu R$ 400 mil em premiação. O objetivo é incentivar os produtores na busca constante da melhoria da qualidade, como meio mais eficaz de conquistar novos mercados e atender a crescente demanda por produtos diferenciados.

Incaper recebe prêmio Finep 2009

Aymbié Fonseca comentou, na ocasião, a premiação do Incaper, uma das instituições fundadoras do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, como vencedor do prêmio Finep 2009 para a região Sudeste na categoria “Tecnologia Social”. “Apesar de não ser este prêmio ligado ao café, a premiação reveste-se de importância para o Consórcio por ser o projeto vencedor ligado à agricultura familiar, que detém a maioria da produção de café no Brasil, além de contribuir para a sustentabilidade agrícola, na medida em que trata-se de tecnologia de baixo custo, capaz de proporcionar a redução de impactos no ambiente e de estimular o crescimento do agroturismo, diversificando as fontes de renda”, afirmou.

Promovido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o prêmio Finep é o principal do setor no Brasil e um instrumento criado para identificar, divulgar e premiar esforços inovadores desenvolvidos e aplicados no território nacional.

O Incaper concorreu com 28 instituições na categoria Tecnologia Social e venceu com o Projeto Cores da Terra – técnica de produção artesanal de tinta, a partir de terras variadas, água e cola. Ao todo, foram 209 inscrições para a Região Sudeste, de seis categorias.

Esta é a segunda vez que o Incaper vence o Prêmio Finep, considerado o Oscar da inovação. Em 2007, alcançou o primeiro lugar como Instituição de Ciência e Tecnologia da Região Sudeste.

Agora, os primeiros colocados das categorias Micro/Pequena Empresa; Média Empresa; Grande Empresa; Tecnologia Social; Instituição de Ciência e Tecnologia; e Inventor Inovador, em cada região do Brasil, disputam a etapa nacional, que acontece dia 08 de dezembro, em Brasília. Os vencedores nas etapas regionais e nacional dividirão R$ 29 milhões em financiamentos pré-aprovados pela Finep. Desse total, R$ 9 milhões serão de recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) e até R$ 20 milhões em recursos reembolsáveis.

Cores da Terra

Desenvolvido no Espírito Santo desde 2007, o “Cores da Terra” é uma técnica de obtenção de tintas, a partir de diferentes tipos de terra que, misturada a ingredientes como água, cola e pigmentos de plantas, resulta em tintas de cores e tons variados.

A técnica é executada nos princípios da bioarquitetura e agroecologia. Inicialmente desenvolvida no Departamento de Solos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), foi introduzida no Espírito Santo pela coordenadora do Programa de Agroturismo do Incaper, Maria das Dores Perim, e pela coordenadora do Programa de Atividades Não-Agrícolas, Durnedes Maestri, que criaram o Projeto.

Atualmente, mais de quatro mil pessoas de diversos estados brasileiros já receberam treinamento, entre agricultores, artesãos, professores e estudantes, sendo que o público feminino responde por mais de 70% dos participantes.

Jurema Iara Campos (MTb 1.300/DF)
Com informações de Lorena Fraga/Incaper.
Fone: (61) 3448-4085
jurema.campos@embrapa.br
http://sac.sapc.embrapa.br

Douglas Daniel

Técnico Agrícola

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Capixabas dizem não à importação de café (01-12-09)

Um documento foi assinado por entidades capixabas para demonstrar a insatisfação frente aos rumores de importação de café pelo Brasil

Foi assinado ontem (30) um documento técnico que reforça posição contrária sobre a importação de café no Brasil. A Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes), Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Espírito Santo (OCB/ES), Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Espírito Santo (Fetaes) assinaram o documento que reforça ainda a posição conjunta favorável à construção de políticas públicas eficientes para todos os elos da cadeia produtiva do café brasileiro.

Na solenidade estiveram presentes o senador Renato Casagrande, os deputados estaduais os deputados estaduais Carlos Freitas, César Colnago e Athayde Armani, que é presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, além do deputado federal Lelo Coimbra, do secretário de agricultura do Espírito Santo, Ênio Bergoli e dos prefeitos de São Mateus e João Neiva, Amadeu Boroto e Luiz Carlos Peruchi, respectivamente. Cerca de 130 pessoas também participaram da reunião, dentre elas produtores e presidentes de Sindicatos Rurais.

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Preço do Conilon está baixo e pode cair ainda mais (26-11-09)

Nova rotulagem do caféO Espírito Santo teme a adoção da importação do café do exterior pelo Estado, o que significaria preços mais baixos e prejuízos para o produtor

Nesta semana, o preço do café Conilon tipo 7 no Espírito Santo atingiu o menor índice desde agosto de 2006: R$ 158. A cotação do produto está sofrendo queda desde março de 2009. Até fevereiro a saca do café Conilon tipo 7 custava em média R$ 215. Já a saca do tipo 8, que era vendida a R$ 200, hoje custa cerca de R$ 170.

Como se não bastasse, a Associação Brasileira da Indústria do Café - Abic está pressionando o Governo para que seja permitido o Drawback do café, ou seja, a importação do produto de outros países para atender o mercado interno. Mais uma vez o principal prejudicado será o produtor de Conilon, que não conseguirá concorrer com café produzido no Vietnã, por exemplo. O país não possui leis de amparo trabalhista, o que influencia na queda do preço de mão de obra, e consequentemente nos custos de produção e no preço final do produto.

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Nova rotulagem do café preocupa cafeicultores capixabas (15-11-09)

Nova rotulagem do caféA Faes se opõe à medida que prevê a identificação da composição do café nos rótulos. Segundo os cafeicultores, a proposta pode gerar discriminação a algumas variedades, especialmente o Conilon

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa e a Associação Brasileira de Indústria de Café - Abic classificarão o café brasileiro. Isso significa que será adotado um novo sistema de rotulagem para o produto industrializado: nos rótulos estará explícito a quantidade de café das variedades Arábica e Conilon, usadas na composição do produto moído.

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São Mateus promove encontro de cafeicultores (03-09-09)

No próximo dia 29 de setembro de 2009 (sábado) com inicio às 7:00 hs ,o Governo do Estado do Espírito Santo através da SEAG/INCAPER,CETCAF e Prefitura de São Mateus ,entarão realizando u Encontro de |Cafeicultures de São Mateus onde serão discutidas as questões de adequação ambiental e a nescessidade do fortalecimento do cooperativismo além das perspectivas par o mercado de café. O encontro será realizado no Km 28 da Rod. São Mateus /Nova Venécia na propriedade do Sr. Dário Martins.

Veja a Programação:

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Amanhã (15) acontece primeiro leilão de café arábica (14-07-09)

Amanhã, 15 de julho, acontece o primeiro leilão de contratos de opção de venda do café arábica safra 2009 promovido pelo Governo Federal. Serão comercializadas um milhão de sacas, com preço de exercício em R$ 303,50. O leilão vale apenas para o café arábica tipo 6, bebida dura para melhor, com até 86 defeitos, peneira 13 acima, admitido até 10% de vazamento, e teor de umidade de até 12,5% em sacas de 60 kg. Até a data de vencimento, em novembro, o produtor deve decidir se entrega o café ao Governo pelo valor estabelecido em contrato ou se vende o produto no mercado.

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Seag quer inclusão de Municipio em Zon. de Cafeeiro (07-07-09)

Atarso na colheita do café afeta mercadoO Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e pesca (Seag), tem uma audiência, nesta terça-feira (07), em Brasília, com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, para incluir municípios capixabas que ficaram de fora do Zoneamento da Cultura de Café do Espírito Santo e para contemplar os produtores independentes de cana-de-açúcar do Espírito Santo com o mesmo tratamento de outros Estados.

O subsecretário de Desenvolvimento Agropecuário, da Aquicultura e da Pesca, Antônio Elias Souza da Silva, que estará representando a Seag, pedirá a inclusão, para o cultivo do café Conilon, dos municípios: Afonso Cláudio, Conceição do Castelo, Alto Rio Novo, Mantenópolis, São José do Calçado e Muniz Freire. Já para o cultivo do café Arábica será pleiteada a entrada dos municípios de Laranja da Terra e Fundão.

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Simposio Nacional debate inovação da cafeicultura Brasileira. (02-06-09)

Atarso na colheita do café afeta mercadoEm sua 6ª edição, o Simpósio, que acontece entre os dias 02 e 05 junho, no Centro de Convenções de Vitoria, tem como tema central inovação científica, a competitividade e as mudanças climáticas.

O Espírito Santo é o segundo maior produtor de café do Brasil e encabeça o ranking nacional da espécie Conilon. Como grande produtor e pesquisador, o Estado recebe, entre os dias 02 e 05 de junho, o 6º Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, que será realizado no Centro de Convenções de Vitória.

O Simpósio, captado pelo Espírito Santo Convention & Visitors Bureau, Incaper e Cedagro, deve atrair mais de 800 participantes, entre pesquisadores, professores, técnicos, estudantes, associações e cooperativas, empresários, produtores agrícolas e outros interessados no desenvolvimento do agronegócio do café, para discutir as inovações cientificas, competitividade e mudanças climáticas, a fim de garantir o aumento da produção e a sustentabilidade do agronegócio do café.O simpósio acontece a cada dois anos e além de palestras e mesas redondas com a abordagem de diversos temas de relevância para o setor, como mercados, qualidade e tecnologia, o evento também conta com mini-cursos e visita a empresas ligadas ao ramo. O Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil é uma realização do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, da Embrapa Café e do Incaper.

Os interessados em participar podem obter mais informações pelo site

http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br./.

Roberto Dias Ribeiro

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Audiências públicas pela qualidade do café proporcionam lucro para produtor. (07-04-09)

Atarso na colheita do café afeta mercadoLucratividade superior a 10%, é o que pode esperar um cafeicultor de base familiar que participar das audiências públicas que serão realizadas pela Comissão de Agricultura, de Aquicultura e Pesca, de Abastecimento e de Reforma Agrária da Assembléia Legislativa do Espírito Santo (Ales). As audiências que acontecem de 16 de abril a 07 de maio, vão beneficiar 21 municípios capixabas.

As audiências vão proporcionar aos produtores rurais, recomendações técnicas em relação à colheita e preparo, secagem e armazenamento do café conilon para preservar a qualidade até então obtida na lavoura. Uma palestra com o tema “Tecnologias para melhoria da qualidade do café conilon - colheita e pós-colheita”, vai ser ministrada pelo engenheiro agrícola do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Leandro Reis Novak.

Veja a data e o local das audiência:

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Audiências públicas debatem qualidade do café capixaba. (04-03-09)

Atarso na colheita do café afeta mercado

 

 

Audiências públicas para debater a qualidade do café conilon produzido no Estado serão realizadas em municípios do interior pela Comissão de Agricultura, de Aqüicultura e Pesca, de Abastecimento e de Reforma Agrária da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales). A solicitação, feita pelo presidente da Comissão, deputado Atayde Armani (D25), foi aprovada durante a 2ª reunião ordinária deste ano da Comissão que aconteceu nesta terça-feira (03), com a presença dos deputados Luciano Pereira (PSB), Freitas (PTB) e Cacau Lorenzoni (PP).

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