O cacau irrigado no Extremo Sul baiano já é garantia de produtividade (19-08-10)

Mudanças na forma de cultivo e investimentos nas lavouras de cacau têm sido as soluções encontradas pelos agricultores para melhoria na produtividade. Uma novidade que tem atraído os produtores da Bahia é a implantação da irrigação nas lavouras de cacau. O sistema melhora a capacidade de produção do fruto e agrega valor a plantação.

No extremo sul do estado o uso da irrigação nas plantações, segue o modelo do estado do Espírito Santo, mas ainda não dispõe de mão-de-obra qualificada para manutenção do equipamento como afirma o especialista em irrigação, Palmerino Dalmonech: “O sistema muda totalmente a maneira de trabalhar. Alguém que conheça esse trabalho é um problema que encontro aqui na região, ás vezes é preciso trazer alguém treinado de outro estado”.

Com o sistema de irrigação, além do controle da umidade do solo é possível inserir o adubo direto na água, prática que é conhecida como fertirrigação. E ajuda no controle e aumento da produtividade da colheita.

O custo com a implantação do sistema de irrigação ainda é alto, e necessita de uma boa reserva de água. Mas, os gastos são compensados por causa da mudança na prática do manejo e na qualidade dos frutos. A prática é totalmente favorável ao produtor: “Quem vê, acredita, faz e só tem o que ganhar”, conclui Dalmochi em reportagem para a TV Mercado.

Irrigação é uma técnica que controla o fornecimento de água para as plantas: é dispensada a quantidade suficiente de água no momento certo, assegurando a produtividade e a sobrevivência da plantação.

Fonte: Mercado do Cacau

Ler matéria »


Morango capixaba está livre de tóxicos (25-06-10)

Uma das maiores delícias do inverno capixaba está livre de agrotóxicos, garante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O morango produzido no Estado, que até pouco ficava sob suspeita de conter produtos químicos, está absolvido, como comprova um levantamento do órgão, feito com cerca de 140 amostras, no ano passado.

Espírito Santo, Distrito Federal e Sergipe são os únicos estados do país a conseguir a proeza. Nos demais, a média de amostras com resíduos de agrotóxicos e/ou ingredientes ativos não autorizados para a cultura, chega a 50,8% no caso do morango.

O pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper), José Aires Ventura, comemora o resultado. “Esse é o reflexo do trabalho de educação e fiscalização que vem sendo feito pela Secretaria Estadual de Agricultura nos últimos anos”, ressalta.

Segundo Aires, o agrotóxico vem sendo substituído pelo sistema de produção integrada, que utiliza diversas técnicas para controlar pragas e garantir a qualidade do produto sem a necessidade de aditivos químicos, que podem causar até câncer.

Garantia
Portanto, se você passar pelas Montanhas capixabas, fique tranquilo na hora de comprar sua caixa de morango, especialidade da região. Na estrada ou no supermercado, a dica é conferir se a caixa contém o selo “Morango das Montanhas”, com nome e município do produtor.

“Esse selo garante ao consumidor que a lavoura está sendo acompanhada pelos técnicos do Incaper e fiscalizada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf)”, ressalta o pesquisador.

Aires destaca que a mesma técnica de produção integrada está sendo ampliada para outras culturas, mas os dados de alguns itens no Estado preocupam. Abacaxi, alface, mamão, pepino, pimentão e uva são as que mais têm agrotóxico. Já batata, beterraba, cebola, feijão, laranja e maçã, produzidas no Espírito Santo também um bom grau de satisfação na análise da Anvisa.

80% dos pimentões no Brasil estão insatisfatórios
No Brasil, a quantidade de agrotóxicos em legumes, verduras e frutas é preocupante. Ao todo, das 3.130 amostras coletadas pela Anvisa, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e/ou ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura.

Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; a uva, com 56,4%; e pepino, com 54,8%, foram as culturas consideradas mais problemáticas. O melhor resultado foi o da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.

Para o pesquisador do Incaper, José Aires Ventura, apenas o excesso de agrotóxicos é prejudicial e não o uso de substâncias irregulares. “Há casos de culturas pequenas, para as quais não há um agrotóxico específico e por isso os produtores usam substâncias usadas em lavouras similares, como o tomate e o pimentão. Se essa irregularidade for descartada - e há uma consulta em andamento para tornar a prática legal - o nível de contaminação vai cair bastante”, pondera

Feira saudável
Dê preferência a alimentos orgânicos, principalmente as verduras, que costumam ter taxas mais altas de contaminação

Mas observe se o produto tem algum tipo de certificação, que garanta que o alimento foi produzido sem agrotóxicos

No supermercado, verifique se os orgânicos longe dos comuns. Se misturados, eles podem ser contaminados

Na feira, esse alimentos orgânicos costumam ser mais baratos do que no supermercado. Pesquise

Higienizar os alimentos pode ajudar a diminuir a concentração dos produtos químicos, mas não é capaz de limpá-los totalmente, pois parte do produto é absorvida pela polpa durante o crescimento

O ideal é lavar todas as frutas e legumes com água limpa e corrente, depois deixar de molho em água com vinagre ou pastilhas de cloro durante no mínimo 20 minutos, e depois lavá-los novamente em água corrente

Vale também deixar os alimentos de molho em uma solução feita com uma colher de sobremesa de água sanitária para cada litro de água. Mas não se esqueça de lavar bem depois

Alimentos com casca grossa, podem ser lavados com escovinha e detergente neutro

Fique atento também na hora de escolher legumes, verduras e frutas. Dê preferência aos produtos da época e típicos da sua região, que precisam de menos químicos para crescer

Quanto mais perfeito o legume, mais agrotóxico ele recebeu. Pequenos furos e bichinhos significam saúde!

Tenha ainda mais cuidado com alimentos que são consumidos com casca ou que têm a casca muito fina como tomate, pimentão e folhas.

Fonte: Agazeta On Line/ Texto: Elaine Vieira
          evieira@redegazeta.com.br

                                                                                                                                        Douglas Daniel.

Ler matéria »


Técnicos Agrícolas terão desconto na anuidade 2010 (23-06-10)


A partir deste ano os Técnicos Agrícolas filiados ao Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Espírito Santo (Sintaes) pagarão um valor reduzido em suas anuidades.

A medida adotada pelo Crea-ES visa cumprir a decisão judicial n° 2004.50.01.003025-7, que determina a cobrança da anuidade com desconto para os Técnicos Agrícolas filiados ao Sintaes, a partir do exercício 2010.

Os Técnicos Agrícolas que ainda não pagaram a anuidade deste ano terão três formas simples de quitá-la:

  1. Site do Crea-ES: o usuário poderá imprimir boleto por meio da Agência Virtual.
  2. Agências do Crea: o boleto poderá ser retirado em qualquer uma das agências do Conselho, localizadas nas regiões de Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Colatina, São Mateus, Guarapari, Vila Velha e Vitória.
  3. Recebimento pelos correios: todos os Técnicos Agrícolas receberão via correios, em sua residência, o boleto da anuidade para pagamento.

Os procedimentos adotados pelo Crea-ES visam atender as obrigações institucionais do Conselho e valorizar os profissionais da área tecnológica.

Fonte: Equipe de Comunicação do Crea-ES.

                                                                                                      Douglas Daniel

Ler matéria »


‘Sabores da Terra’ começa nesta quinta (10) (10-06-10)

A partir desta quinta-feira (10), a população da Grande Vitória terá uma ótima opção para aproveitar o final desta semana. A partir das 19 horas, na Praça do Papa, em Vitória, tem início a Feira Estadual de Agroturismo “Sabores da Terra”, que prossegue até domingo (13), com uma programação variada e entrada franca.A abertura oficial acontece com as presenças do governador Paulo Hartung, do secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Enio Bergoli, do presidente da Associação de Agroturismo do Estado do Espírito Santo (Agrotures), Jorge Saiter, do superintendente do Sebrae/ES, José Eugênio Vieira, de prefeitos municipais, outras autoridades e produtores.

Nos quatro dias de programação, os visitantes terão acesso a comidas típicas, apresentações musicais, danças pomerana, italiana e holandesa, doces cristalizados, geléias, biscoitos, grupos de congo, orquestra de violão, concertina, quadrilha, exposição de gados, oficinas, etc. Ao todo serão 900 produtores, de 65 municípios, expondo e comercializando produtos variados, em 280 espaços.

Ler matéria »


Câmara dos Deputados recebe relatório final sobre Código Florestal (10-06-10)

Foi apresentado nesta terça, dia 8, na Câmara dos Deputados, o relatório final da comissão que analisa mudanças na legislação ambiental. O texto mantém a obrigatoriedade da Reserva Legal em 20% na Mata Atlântica, 35% no Cerrado e 80% na Amazônia. Já as propriedades com até quatro módulos estão dispensadas da regra, mas devem manter as Áreas de Preservação Permanente.

Em relação ao desmatamento, está proibido, por cinco anos, o corte raso de floresta nativa para a abertura de novas áreas destinadas à agricultura e pecuária.

Os Estados vão poder participar da elaboração de normas ambientais, mas continuam subordinados à legislação federal. É o caso da preservação na margem dos rios. O limite ficou estabelecido em 15 metros de distância, mas pode ser flexibilizado em 50% para mais ou para menos.

Houve fila para entrar no plenário e muita discussão entre os deputados. Até que o relator da proposta que altera o Código Florestal começou a leitura das 274 páginas.

O documento, elaborado pelo deputado Aldo Rebelo, do PCdoB de São Paulo, causou divergências entre os parlamentares. A bancada ruralista aprovou as mudanças, enquanto os ambientalistas criticaram.

Após ser aprovado em plenário na Câmara, o documento também vai ser discutido no Senado, antes de ir à votação na Casa. Porém, os próprios parlamentares descartam uma decisão final ainda este ano.

Fonte: Canal Rural

Roberto Dias Ribeiro

Ler matéria »


Greve na agricultura. (02-06-10)

E-mail 037/2010  Cachoeiro de Itapemirim – ES, 02 de junho de 2010.

Prezado Colega,

Hoje a 1ª manchete no Bom Dia Brasil é que o Congresso Nacional deu aumento de até 47% para funcionário legislativo, cerca de 4 500 funcionários; cada diploma de cursos conta 5% no aumento salarial, chegando a um número muito grande de servidores, a atingir o teto salarial de mais de R$ 27.000,00 mil reais. Com esse aumento o País vai gastar mais de meio bilhão segundo o repórter da globo Alexandre Garcia. Aqui no Espírito Santo fala-se em lei eleitoral para impedir que o governo corrija a injustiça cometida com a edição das Leis 442 e 443, que aumentou o salário de apenas parte dos servidores do INCAPER e IDAF. Ontem em Assembléia na SEAG / Vitória- ES, cerca de 200 servidores indignados com a postura governamental resolveram entrar de greve geral por tempo indeterminado. Espera-se que os colegas que foram alcançados pela Legislação 442 e 443  e que hoje tem um salário melhor. Reflitam que se hoje as coisas estão melhores foi pelo esforço de todos, por isso precisamos da união de todos trabalhadores (servidores) dos mais simples aos mais graduados para não deixar perpetuar injustiças que com certeza criarão motivações e divisões indesejáveis para essas duas empresas com avaliação bastante positiva pela sociedade.
Atenciosamente,
Antonio Carlos Balbino
Presidente do SINTAES

Fonte: Sintaes- Sindicato de Nivél Medio dos Técnico Agrícola ES.

www.sintaes.com.br

Delegado Regio. de Serra.

Douglas Daniel

Técnico Agricola.

Ler matéria »


Glifosato a preço mais barato. (23-02-10)

A Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo - Faes ao lado da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA apóia uma campanha a favor da manutenção da alíquota reduzida para o glifosato, principal matéria-prima para a fabricação de herbicida, muito usado na produção de grãos. A tarifa de importação que até 2008 era de 35,8% é hoje de 2,1%. As entidades já encaminharam aos ministros que compõem a Câmara de Comércio Exterior - Camex ofícios defendendo posição contrária à proposta de revisão do imposto.
O aumento da tarifa pode gerar elevação nos custos de produção agrícola, diminuição nas opções de fornecimento do insumo no Brasil e fortalecimento da tendência ao oligopólio de mercado desse produto. A CNA, desde 2008, participa do processo investigatório do direito de tarifa antidumping, concedido à principal empresa fornecedora do glifosato ao Brasil e observou que o mercado não poderia permanecer com predomínio de uma única empresa, praticando preços baseados em margem de lucro a ela conveniente e por isso apóia a redução do imposto aprovada desde 2008 pelos ministros da Camex.

Ler matéria »


Governo Federal compra café para regular preço. (23-02-10)

Os cafeicultores capixabas que optarem por vender o café arábica para o Programa de Aquisição do Governo Federal - AGF já podem procurar a Companhia Nacional de Abastecimento - Conab, que é quem executa a compra e estocagem do produto. A Companhia está pagando os seguintes preços: R$ 261,69 para o tipo 6, bebida dura para melhor, R$ 254,01 para o tipo 7, bebida dura, R$ 240,16 para o tipo 7, bebida riada e R$ 213,16 para o tipo 7, bebida rio. O presidente da Comissão de Café da Federação da Agricultura do ES (Faes), José Umbelino de Castro, explica que todas as aquisições são acrescidas de reembolso do valor da sacaria.
Para participar basta procurar a Conab e marcar a data de entrega nos armazéns, pelo telefone: (27) 3041 4005.

Preços
R$ 261,69 - Arábica tipo 6, bebida dura para melhor
R$ 254,01 - Arábica tipo 7, bebida dura
R$ 240,16 - Arábica tipo 7, bebida riada
R$ 213,16 - Arábica tipo 7, bebida rio

Mais informações:
Faes - (27) 3185 9230

 Iá! Comunicação / Marcelle Desteffani

Ler matéria »


Queda no PIB agropecuário afeta produtores capixabas (23-02-10)

O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária brasileira caiu 6% em 2009 e fechou o ano na marca de R$ 718 bilhões. Em 2008, o PIB do setor atingiu R$ 764,6 bilhões, ou seja, a retração representa perda de R$ 45 bilhões na renda do agronegócio nacional. Os números foram anunciados nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), levando em consideração os resultados acumulados entre janeiro e novembro de 2009.
 

A diminuição no volume de entrega de fertilizantes para o cultivo da atual safra contribuiu para a redução do PIB, fazendo com que os produtores rurais capixabas fossem atingidos. Na pecuária, a baixa rentabilidade com a venda de animais obrigou aos produtores a não adquirir os compostos nutricionais para alimentar os rebanhos, optando pelo uso do milho, o que prejudicou a indústria de rações e também ajudou na queda do PIB.
 
“Os preços foram bons, a comercialização fluiu, mas o produtor rural perdeu renda em 2009”, afirma o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo – Faes, Júlio Rocha. O produtor rural sofreu um processo de descapitalização no ano passado e tende a enfrentar dificuldades que não se limitam à redução dos tratos culturais. Há possibilidade do setor precisar de mais acesso a linhas de capital de giro.
 

Ler matéria »


Nova publicação orienta sobre eficiência na aplicação de agrotóxicos (08/01/2010) (11-01-10)

O tema agrotóxicos sempre mereceu muita atenção e cuidado de quem tem o seu dia-a-dia ligado às práticas agrícolas como também de pesquisadores constantemente empenhados no desafio de encontrar formas mais eficientes e sustentáveis de combater pragas, doenças e plantas invasoras. Tanto em pequenas quanto em grandes áreas, o uso desse tipo de insumo químico requer critérios rígidos, que por sua vez são estabelecidos a partir da interação dos diversos campos do conhecimento, como engenharia, agronomia, física, biólogia, química e segurança do trabalho.

No Manual de tecnologia de aplicação de agrotóxicos, editado pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF) em parceria com a Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna/SP), que tem por objetivo  contribuir com a orientação de produtores, estão reunidas as principais informações sobre pulverização e regulagem, consideradas duas das fases mais importantes do processo.

Os assuntos, organizados em seis capítulos, são apresentados de forma didática e vão desde noções de eficiência de aplicação até os cuidados gerais necessários à saúde e à proteção individuais, assim como à preservação dos equipamentos.

Ler matéria »


Criação do Conselho Próprio (19-12-09)

Ao longo dos anos a categoria dos técnicos agrícolas vem discutindo a criação de um Conselho próprio, visando desvincular-se de fato e de direito do CONFEA e dos CREA´s. Esta posição foi adotada em diversos Encontros, Seminários e inclusive em Congressos.

Com a realização do XXIV Encontro Nacional dos Técnicos agrícolas realizados em Belém, neste mês, essa posição foi ratificada por unanimidade, mas desta vez com algumas variantes estratégicas.

Por exemplo, a FENATA e suas filiadasvão empreender uma campanha nacional, envolvendo a categoria e a sociedade em geral, com objetivo de obter maior apoio nessa reivindicação.

Nessa campanha, serão coletadas assinaturas que juntamente com uma exposição de motivos serão encaminhadas ao Poder Executivo, com a intenção de sensibilizar as autoridades no encaminhamento de nossa proposta ao Legislativo.

Se há um ponto de convergência entre toda a categoria, sem dúvida é a criação de um Conselho Próprio para os Técnicos Agrícolas. E esse entendimento não é de agora, mas desde o nascedouro da nossa profissão. Pretendemos com essa campanha em nível nacional angariar mais de um milhão de assinaturas, entre técnicos agrícolas e cidadãos que apóiem o nosso pleito.

 QUAIS OS MOTIVOS?

A idéia de Conselhos multiprofissionais, já está ultrapassada, e do nosso ponto de vista já cumpriu com a sua finalidade. Bem mas agora é hora de nos desvincularmos de fato e de direito do CONFEA e dos CREA´s.

Além do mais estamos fazendo parte obrigatoriamente de Entidades que se tornaram redutos de indivíduos inescrupulosos, que somente enxergam seus interesses pessoais, deixando ao léu e abandonados a própria sorte os principais interessados que são os profissionais.

Não é mais possível suportar tanta iniqüidade. Não é mais possível ler e reler a composição de plenárias e Diretorias e constatar que são sempre os mesmos elementos, que fizeram do órgão de fiscalização e dos cargos da Mútua, uma profissão. Estão sempre orbitando, ora numa, ora noutra instituição, angariando diárias ou cargos de confiança gratificados com polpudos salários. Não é mais possível que o Presidente e ex-Presidentes do CONFEA, estejam respondendo processos no TCU, no Ministério Público e na Justiça Federal, por suspeita de improbidade administrativa.

Os técnicos agrícolas não suportam mais tanta vilania e tanto descaso com os profissionais que sustentam essas autarquias, que fazem de tudo, desde milionárias campanhas publicitárias na mídia, distribuições de verbas a rodo e sem qualquer critério e para todo esse disparate nada mais fazem do que espoliar os profissionais, numa ganância sem precedentes, cobrando abusivas anuidades e taxas. Estes são apenas alguns motivos pelos quais os técnicos agrícolas exigem sua desvinculação do CONFEA e dos CREA´s.

 AS CONTRADIÇÕES DO ESTADO

Nossa luta pela criação do Conselho próprio, como dissemos não é recente, vem desde o nascedouro do nosso oficio, quando o CONFEA, em grotesco Parecer, em 1968, fez manifestação contrária ao reconhecimento da nossa profissão.

Em diversas oportunidades a FENATA esteve em contato com o Ministério do Trabalho, gestionando o encaminhamento de proposta do Poder Executivo ao Legislativo, para criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Técnicos Agrícolas.

O então Ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, fez ouvidos moucos aos nossos apelos, porém, quando o Presidente Lula, reclamou de setores da imprensa, o Ministro imediatamente encaminhou proposta para criação do Conselho Federal e Regional para os jornalistas.

Por sua vez o atual Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, recebeu em mãos a minuta do projeto de Lei, para criação do nosso Conselho e perante diversas lideranças nacionais, assumiu o compromisso de atender ao nosso pleito. Bastava a boa vontade do Ministro e de seu “staf”. Mas, para nossa surpresa o Ministério do Trabalho tergiversou sobre o tema, alegando não ser de sua competência e vem postergando dia-a-dia a feitura do documento.

Fonte: FENATA -Federação dos Técnico Agrícola.

Douglas Daniel 

Ténico Agrícola 

 

Ler matéria »


Mesa Coletora de Votos-Ataes (12-12-09)

 
 
 
                              MESA COLETORA DE VOTOS  

O Presidente da ATAES - Associação dos Técnicos Agrícolas do Espírito Santo, no uso de suas atribuições, nomeia os Técnicos Agrícolas abaixo discriminados para comporem a mesa coletora de votos  das eleições a serem realizadas no dia 05 de dezembro de 2009:

 

Presidente: Reginaldo Armeláo

1º Mesário: Jarbas Teixeira Borges Júnior

2º Mesário: Roberto M. Bragato

Suplente: Douglas Daniel

 

 

 

Cachoeiro de Itapemirim, 24 de novembro de 2009.

 

 

 

Vitalino Fermo

Presidente/ATAES

                                                                                                                                         Dougla Daniel

                                                                                                                                           Técnico Agrícola

Ler matéria »


União prorroga adesão à reserva legal (11-12-09)

Florestas do ES tem projeto para o aumento de cobertura vegetalO presidente Lula assinou, nessa quinta-feira (10), decreto que determina a prorrogação por dois anos do prazo para averbação de 20% da área das propriedades para reserva legal. O texto altera o decreto 6.686, que previa limite aos agricultores irregulares até hoje. O documento, com publicação prevista para esta sexta-feira no Diário Oficial de União, estabelece 18 meses para a averbação, até 11 de junho de 2011, e outros seis para adequações. A confirmação foi feita nessa quinta-feira pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.O decreto ainda prevê a retirada de multas impostas aos agricultores desde julho deste ano. “O decreto e outras medidas vão facilitar a regularização da terra”, disse o ministro. Segundo ele, o acerto da nova data foi feito na reunião realizada na quarta-feira com o presidente Lula e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Stephanes informou que outros cinco itens básicos que precisam ser alterados no Código Florestal continuarão a ser analisados pelos dirigentes até janeiro, quando sairá um documento final com os ajustes.

Ler matéria »


Capixabas dizem não à importação de café (01-12-09)

Um documento foi assinado por entidades capixabas para demonstrar a insatisfação frente aos rumores de importação de café pelo Brasil

Foi assinado ontem (30) um documento técnico que reforça posição contrária sobre a importação de café no Brasil. A Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes), Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Espírito Santo (OCB/ES), Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Espírito Santo (Fetaes) assinaram o documento que reforça ainda a posição conjunta favorável à construção de políticas públicas eficientes para todos os elos da cadeia produtiva do café brasileiro.

Na solenidade estiveram presentes o senador Renato Casagrande, os deputados estaduais os deputados estaduais Carlos Freitas, César Colnago e Athayde Armani, que é presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, além do deputado federal Lelo Coimbra, do secretário de agricultura do Espírito Santo, Ênio Bergoli e dos prefeitos de São Mateus e João Neiva, Amadeu Boroto e Luiz Carlos Peruchi, respectivamente. Cerca de 130 pessoas também participaram da reunião, dentre elas produtores e presidentes de Sindicatos Rurais.

Ler matéria »


Preço do Conilon está baixo e pode cair ainda mais (26-11-09)

Nova rotulagem do caféO Espírito Santo teme a adoção da importação do café do exterior pelo Estado, o que significaria preços mais baixos e prejuízos para o produtor

Nesta semana, o preço do café Conilon tipo 7 no Espírito Santo atingiu o menor índice desde agosto de 2006: R$ 158. A cotação do produto está sofrendo queda desde março de 2009. Até fevereiro a saca do café Conilon tipo 7 custava em média R$ 215. Já a saca do tipo 8, que era vendida a R$ 200, hoje custa cerca de R$ 170.

Como se não bastasse, a Associação Brasileira da Indústria do Café - Abic está pressionando o Governo para que seja permitido o Drawback do café, ou seja, a importação do produto de outros países para atender o mercado interno. Mais uma vez o principal prejudicado será o produtor de Conilon, que não conseguirá concorrer com café produzido no Vietnã, por exemplo. O país não possui leis de amparo trabalhista, o que influencia na queda do preço de mão de obra, e consequentemente nos custos de produção e no preço final do produto.

Ler matéria »