Dengue (02-09-10)

Brasília

Cerca de 80% dos brasileiros vivem em Estados onde há risco alto ou muito alto de epidemia de dengue. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, das 27 unidades federadas, 19 apresentam essa classificação. Cinco Estados e Distrito Federal têm risco moderado da doença. “É preciso redobrar a prevenção”, disse o ministro José Gomes Temporão.  O Espírito Santo está entre os nove Estados que apresentam risco alto.

Os dados fazem parte de novo indicador da pasta para avaliar o risco para a doença. Em vez de analisar o índice de infestação do mosquito transmissor, o ministério passa a considerar também critérios populacionais, circulação do vírus predominante, incidência de casos em anos anteriores e cobertura de abastecimento regular de água. “O indicador será divulgado nesta época do ano, o que dá mais tempo para autoridades locais reforçarem ações de prevenção”, observou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Gerson Penna.

Vacina na Ufes
O ministro contou que testes em voluntários para uma vacina desenvolvida em parceria com o governo começaram a ser feitos há duas semanas, na Universidade Federal do Espírito Santo. “Sendo otimista, em alguns anos teremos proteção.” Diante dos números de risco, o ministério recomendou o aumento de municípios indicados para fazer o Levantamento Rápido de Infestação de Aedes aegypti (Liraa), que indica quais áreas têm maior número de criadouros. A meta é fazer o teste em 354 cidades, mais do que o dobro do realizado em 2009: 169. (Agência Estado)

Fonte: Agazeta On Line                                                                                                   Douglas Daniel

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O cacau irrigado no Extremo Sul baiano já é garantia de produtividade (19-08-10)

Mudanças na forma de cultivo e investimentos nas lavouras de cacau têm sido as soluções encontradas pelos agricultores para melhoria na produtividade. Uma novidade que tem atraído os produtores da Bahia é a implantação da irrigação nas lavouras de cacau. O sistema melhora a capacidade de produção do fruto e agrega valor a plantação.

No extremo sul do estado o uso da irrigação nas plantações, segue o modelo do estado do Espírito Santo, mas ainda não dispõe de mão-de-obra qualificada para manutenção do equipamento como afirma o especialista em irrigação, Palmerino Dalmonech: “O sistema muda totalmente a maneira de trabalhar. Alguém que conheça esse trabalho é um problema que encontro aqui na região, ás vezes é preciso trazer alguém treinado de outro estado”.

Com o sistema de irrigação, além do controle da umidade do solo é possível inserir o adubo direto na água, prática que é conhecida como fertirrigação. E ajuda no controle e aumento da produtividade da colheita.

O custo com a implantação do sistema de irrigação ainda é alto, e necessita de uma boa reserva de água. Mas, os gastos são compensados por causa da mudança na prática do manejo e na qualidade dos frutos. A prática é totalmente favorável ao produtor: “Quem vê, acredita, faz e só tem o que ganhar”, conclui Dalmochi em reportagem para a TV Mercado.

Irrigação é uma técnica que controla o fornecimento de água para as plantas: é dispensada a quantidade suficiente de água no momento certo, assegurando a produtividade e a sobrevivência da plantação.

Fonte: Mercado do Cacau

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Campo Familiar. (28-06-10)


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Morango capixaba está livre de tóxicos (25-06-10)

Uma das maiores delícias do inverno capixaba está livre de agrotóxicos, garante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O morango produzido no Estado, que até pouco ficava sob suspeita de conter produtos químicos, está absolvido, como comprova um levantamento do órgão, feito com cerca de 140 amostras, no ano passado.

Espírito Santo, Distrito Federal e Sergipe são os únicos estados do país a conseguir a proeza. Nos demais, a média de amostras com resíduos de agrotóxicos e/ou ingredientes ativos não autorizados para a cultura, chega a 50,8% no caso do morango.

O pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper), José Aires Ventura, comemora o resultado. “Esse é o reflexo do trabalho de educação e fiscalização que vem sendo feito pela Secretaria Estadual de Agricultura nos últimos anos”, ressalta.

Segundo Aires, o agrotóxico vem sendo substituído pelo sistema de produção integrada, que utiliza diversas técnicas para controlar pragas e garantir a qualidade do produto sem a necessidade de aditivos químicos, que podem causar até câncer.

Garantia
Portanto, se você passar pelas Montanhas capixabas, fique tranquilo na hora de comprar sua caixa de morango, especialidade da região. Na estrada ou no supermercado, a dica é conferir se a caixa contém o selo “Morango das Montanhas”, com nome e município do produtor.

“Esse selo garante ao consumidor que a lavoura está sendo acompanhada pelos técnicos do Incaper e fiscalizada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf)”, ressalta o pesquisador.

Aires destaca que a mesma técnica de produção integrada está sendo ampliada para outras culturas, mas os dados de alguns itens no Estado preocupam. Abacaxi, alface, mamão, pepino, pimentão e uva são as que mais têm agrotóxico. Já batata, beterraba, cebola, feijão, laranja e maçã, produzidas no Espírito Santo também um bom grau de satisfação na análise da Anvisa.

80% dos pimentões no Brasil estão insatisfatórios
No Brasil, a quantidade de agrotóxicos em legumes, verduras e frutas é preocupante. Ao todo, das 3.130 amostras coletadas pela Anvisa, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e/ou ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura.

Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; a uva, com 56,4%; e pepino, com 54,8%, foram as culturas consideradas mais problemáticas. O melhor resultado foi o da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.

Para o pesquisador do Incaper, José Aires Ventura, apenas o excesso de agrotóxicos é prejudicial e não o uso de substâncias irregulares. “Há casos de culturas pequenas, para as quais não há um agrotóxico específico e por isso os produtores usam substâncias usadas em lavouras similares, como o tomate e o pimentão. Se essa irregularidade for descartada - e há uma consulta em andamento para tornar a prática legal - o nível de contaminação vai cair bastante”, pondera

Feira saudável
Dê preferência a alimentos orgânicos, principalmente as verduras, que costumam ter taxas mais altas de contaminação

Mas observe se o produto tem algum tipo de certificação, que garanta que o alimento foi produzido sem agrotóxicos

No supermercado, verifique se os orgânicos longe dos comuns. Se misturados, eles podem ser contaminados

Na feira, esse alimentos orgânicos costumam ser mais baratos do que no supermercado. Pesquise

Higienizar os alimentos pode ajudar a diminuir a concentração dos produtos químicos, mas não é capaz de limpá-los totalmente, pois parte do produto é absorvida pela polpa durante o crescimento

O ideal é lavar todas as frutas e legumes com água limpa e corrente, depois deixar de molho em água com vinagre ou pastilhas de cloro durante no mínimo 20 minutos, e depois lavá-los novamente em água corrente

Vale também deixar os alimentos de molho em uma solução feita com uma colher de sobremesa de água sanitária para cada litro de água. Mas não se esqueça de lavar bem depois

Alimentos com casca grossa, podem ser lavados com escovinha e detergente neutro

Fique atento também na hora de escolher legumes, verduras e frutas. Dê preferência aos produtos da época e típicos da sua região, que precisam de menos químicos para crescer

Quanto mais perfeito o legume, mais agrotóxico ele recebeu. Pequenos furos e bichinhos significam saúde!

Tenha ainda mais cuidado com alimentos que são consumidos com casca ou que têm a casca muito fina como tomate, pimentão e folhas.

Fonte: Agazeta On Line/ Texto: Elaine Vieira
          evieira@redegazeta.com.br

                                                                                                                                        Douglas Daniel.

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Técnicos Agrícolas terão desconto na anuidade 2010 (23-06-10)


A partir deste ano os Técnicos Agrícolas filiados ao Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Espírito Santo (Sintaes) pagarão um valor reduzido em suas anuidades.

A medida adotada pelo Crea-ES visa cumprir a decisão judicial n° 2004.50.01.003025-7, que determina a cobrança da anuidade com desconto para os Técnicos Agrícolas filiados ao Sintaes, a partir do exercício 2010.

Os Técnicos Agrícolas que ainda não pagaram a anuidade deste ano terão três formas simples de quitá-la:

  1. Site do Crea-ES: o usuário poderá imprimir boleto por meio da Agência Virtual.
  2. Agências do Crea: o boleto poderá ser retirado em qualquer uma das agências do Conselho, localizadas nas regiões de Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Colatina, São Mateus, Guarapari, Vila Velha e Vitória.
  3. Recebimento pelos correios: todos os Técnicos Agrícolas receberão via correios, em sua residência, o boleto da anuidade para pagamento.

Os procedimentos adotados pelo Crea-ES visam atender as obrigações institucionais do Conselho e valorizar os profissionais da área tecnológica.

Fonte: Equipe de Comunicação do Crea-ES.

                                                                                                      Douglas Daniel

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‘Sabores da Terra’ começa nesta quinta (10) (10-06-10)

A partir desta quinta-feira (10), a população da Grande Vitória terá uma ótima opção para aproveitar o final desta semana. A partir das 19 horas, na Praça do Papa, em Vitória, tem início a Feira Estadual de Agroturismo “Sabores da Terra”, que prossegue até domingo (13), com uma programação variada e entrada franca.A abertura oficial acontece com as presenças do governador Paulo Hartung, do secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Enio Bergoli, do presidente da Associação de Agroturismo do Estado do Espírito Santo (Agrotures), Jorge Saiter, do superintendente do Sebrae/ES, José Eugênio Vieira, de prefeitos municipais, outras autoridades e produtores.

Nos quatro dias de programação, os visitantes terão acesso a comidas típicas, apresentações musicais, danças pomerana, italiana e holandesa, doces cristalizados, geléias, biscoitos, grupos de congo, orquestra de violão, concertina, quadrilha, exposição de gados, oficinas, etc. Ao todo serão 900 produtores, de 65 municípios, expondo e comercializando produtos variados, em 280 espaços.

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Câmara dos Deputados recebe relatório final sobre Código Florestal (10-06-10)

Foi apresentado nesta terça, dia 8, na Câmara dos Deputados, o relatório final da comissão que analisa mudanças na legislação ambiental. O texto mantém a obrigatoriedade da Reserva Legal em 20% na Mata Atlântica, 35% no Cerrado e 80% na Amazônia. Já as propriedades com até quatro módulos estão dispensadas da regra, mas devem manter as Áreas de Preservação Permanente.

Em relação ao desmatamento, está proibido, por cinco anos, o corte raso de floresta nativa para a abertura de novas áreas destinadas à agricultura e pecuária.

Os Estados vão poder participar da elaboração de normas ambientais, mas continuam subordinados à legislação federal. É o caso da preservação na margem dos rios. O limite ficou estabelecido em 15 metros de distância, mas pode ser flexibilizado em 50% para mais ou para menos.

Houve fila para entrar no plenário e muita discussão entre os deputados. Até que o relator da proposta que altera o Código Florestal começou a leitura das 274 páginas.

O documento, elaborado pelo deputado Aldo Rebelo, do PCdoB de São Paulo, causou divergências entre os parlamentares. A bancada ruralista aprovou as mudanças, enquanto os ambientalistas criticaram.

Após ser aprovado em plenário na Câmara, o documento também vai ser discutido no Senado, antes de ir à votação na Casa. Porém, os próprios parlamentares descartam uma decisão final ainda este ano.

Fonte: Canal Rural

Roberto Dias Ribeiro

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Greve na agricultura. (02-06-10)

E-mail 037/2010  Cachoeiro de Itapemirim – ES, 02 de junho de 2010.

Prezado Colega,

Hoje a 1ª manchete no Bom Dia Brasil é que o Congresso Nacional deu aumento de até 47% para funcionário legislativo, cerca de 4 500 funcionários; cada diploma de cursos conta 5% no aumento salarial, chegando a um número muito grande de servidores, a atingir o teto salarial de mais de R$ 27.000,00 mil reais. Com esse aumento o País vai gastar mais de meio bilhão segundo o repórter da globo Alexandre Garcia. Aqui no Espírito Santo fala-se em lei eleitoral para impedir que o governo corrija a injustiça cometida com a edição das Leis 442 e 443, que aumentou o salário de apenas parte dos servidores do INCAPER e IDAF. Ontem em Assembléia na SEAG / Vitória- ES, cerca de 200 servidores indignados com a postura governamental resolveram entrar de greve geral por tempo indeterminado. Espera-se que os colegas que foram alcançados pela Legislação 442 e 443  e que hoje tem um salário melhor. Reflitam que se hoje as coisas estão melhores foi pelo esforço de todos, por isso precisamos da união de todos trabalhadores (servidores) dos mais simples aos mais graduados para não deixar perpetuar injustiças que com certeza criarão motivações e divisões indesejáveis para essas duas empresas com avaliação bastante positiva pela sociedade.
Atenciosamente,
Antonio Carlos Balbino
Presidente do SINTAES

Fonte: Sintaes- Sindicato de Nivél Medio dos Técnico Agrícola ES.

www.sintaes.com.br

Delegado Regio. de Serra.

Douglas Daniel

Técnico Agricola.

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Estado intensifica o combate à brucelose. (31-05-10)

Futuro da pecuária de leite é discutida em seminárioCom a meta de chegar a 85% do rebanho vacinado até o final de 2014, entidades que atuam no Estado se uniram para combater a brucelose, uma doença infecciosa que afeta o rebanho bubalino (bovinos e búfalos) e gera prejuízos aos pecuaristas de leite e de corte. Na manhã de hoje, no Cerimonial Oásis, em Vitória, será lançado o projeto Brucelose - Sanidade animal.

Com a parceria formada, por meio de convênio da Secretaria Estadual de Agricultura (Seag) com a Federação da Agricultura (Faes), envolvendo ainda o Senar, Incaper, Idaf, OCB e Superintendência Federal da Agricultura, o pecuarista pagará metade do valor da vacina aplicada no rebanho. Hoje, o valor fica entre R$ 8 e R$ 12. Com a parceria, o custo para o pecuarista cai para R$ 4 por cada animal vacinado.

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Ponto de Vista - Pecuária não é a vilã do aquecimento. (31-05-10)

Peso da AgropecuáriaEstamos, atualmente, numa onda de ambientalismo e produtores rurais estão sendo vistos como os grandes responsáveis pelo aquecimento global. Isso, de algum modo, está “demonizando” o setor produtivo e, no nosso entender, é mais uma jogada comercial do que qualquer outra coisa: mantendo os países em desenvolvimento sob controle, se mantém o status quo, mas isso é feito da maneira mais cruel possível. Essa tem sido a conclusão de diversos pesquisadores e técnicos do setor pecuário. O ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), divulgou nota afirmando que os bovinos geram mais gases de efeito estufa do que o setor de transporte. A entidade aponta também que os rebanhos são uma das principais causas para a degradação do solo e dos recursos hídricos. Para ela, a pecuária é responsável por 9% de todo o dióxido de carbono (C02) oriundo de atividades humanas e 65% de óxido nitroso, que tem 296 vezes mais potencial de aquecimento global. A maior parte disso vem do esterco. Também responderia por 37% do metano (23 vezes mais prejudicial que o C02) e 64% do amoníaco, que contribui para a chuva ácida. Vários são os pesquisadores, contrários a essas afirmações e que saem na defesa da pecuária, inclusive os da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que apontam o metano emitido pela pecuária, por exemplo, com uma participação de 0,06% no aquecimento global, ou seja, quase nada. Além dessa comprovação, é registrado cientificamente que 95% do aquecimento global são responsabilidade do vapor de água, enquanto 3,6% cabem ao gás carbônico, e desse total do CO2, 3,5% são provenientes do oceano, da decomposição de matéria.

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Projeto Brucelose - Sanidade Animal é Lançado no ES (30-05-10)

2ª etapa de vacinação contra aftosaNa próxima segunda-feira, 31, a Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes) e um grupo de parceiros farão o lançamento do Projeto Brucelose - Sanidade Animal, a partir das 8h, no Cerimonial Oásis, em Vitória. O programa tem como objetivo reduzir a incidência de novos focos da doença no Estado, através da redução do custo ao criador e de uma logística eficaz para vacinação, que abrange todos os municípios capixabas.

Na ocasião, serão entregues 50 motos que facilitarão a locomoção dos agentes de saúde animal, que irão diretamente às propriedades precederem à vacinação. O custo para o produtor será de R$ 4 por cabeça vacinada, valor inferior ao praticado no mercado e já incluso o deslocamento do agente vacinador. O projeto é fruto de uma parceria entre Faes, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/ES), Secretaria de Estado da Agricultura (Seag) - através do Incaper e Idaf, OCB e Superintendência Federal da Agricultura (SFA).

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Bahia aumenta a área plantada com graviola (14-05-10)

De acordo com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia- ADAB, o estado conquistou o status de maior produtor mundial de graviola e já ocupa 800 hectares do sul baiano, distribuídos entre os municípios de Una, Valença, Gandu, Ilhéus, Wenceslau Guimarães e Tancredo Neves. A Bahia produz oito mil toneladas por ano. A maior parte da produção pertence a agricultores familiares e o cultivo da fruta vem se consolidando como uma alternativa na diversificação agrícola. Os ótimos preços e a boa produtividade da fruta têm incentivado os produtores rurais a aumentar a área cultivada.

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Criado Instituto para incentivar o desenvolvimento sustentável do café no Espírito Santo (04-05-10)

Diretor Geral Napoleão Penna Filho discursa no Lançamento da EntidadeAcaba de ser lançado no Espírito Santo o Instituto de Desenvolvimento Social Sustentável do Café (INCAFÉ) com o objetivo principal de aproximar os vários grupos que atuam neste mercado, potencializando a cadeia cafeeira, com propostas que corroboram com as estratégias do novo Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (PEDEAG).

Com frentes consolidadas de serviços prestados em quase todo o Estado, o Centro de Treinamento em Preparação de Cafés - CTPC-ES, origem principal do INCAFÉ, o Instituto tem além de uma arrojada equipe de profissionais de ponta, a assessoria institucional da ABRAGES - Agência Brasileira de Gestão Social e Tecnologia da Informação.

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Custo da produção de café capixaba será analisado (26-03-10)

Atarso na colheita do café afeta mercado

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou esta semana, na cidade de Iúna, os primeiros painéis de custo de produção de café, dentro do projeto Campo Futuro. Na quinta-feira, 25 de março, o levantamento seguiu na cidade de Vila Valério e na sexta-feira (26) será a vez do município de Jaguaré sediar o painel.
“As informações obtidas a partir destes painéis servirão para orientar o produtor rural na gestão da sua propriedade rural e na tomada de decisões em sua atividade”, destaca o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária - Faes, Júlio Rocha.

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Glifosato a preço mais barato. (23-02-10)

A Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo - Faes ao lado da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA apóia uma campanha a favor da manutenção da alíquota reduzida para o glifosato, principal matéria-prima para a fabricação de herbicida, muito usado na produção de grãos. A tarifa de importação que até 2008 era de 35,8% é hoje de 2,1%. As entidades já encaminharam aos ministros que compõem a Câmara de Comércio Exterior - Camex ofícios defendendo posição contrária à proposta de revisão do imposto.
O aumento da tarifa pode gerar elevação nos custos de produção agrícola, diminuição nas opções de fornecimento do insumo no Brasil e fortalecimento da tendência ao oligopólio de mercado desse produto. A CNA, desde 2008, participa do processo investigatório do direito de tarifa antidumping, concedido à principal empresa fornecedora do glifosato ao Brasil e observou que o mercado não poderia permanecer com predomínio de uma única empresa, praticando preços baseados em margem de lucro a ela conveniente e por isso apóia a redução do imposto aprovada desde 2008 pelos ministros da Camex.

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